​​Hipertensão arterial atinge um em cada três brasileiros

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 02 de março de 2018

Chamada popularmente de pressão alta, a hipertensão arterial é o aumento sustentado da pressão arterial (PA) acima de 140/90 mmHg. O médico José Eduardo Marquesini, cardiologista e chefe do serviço de cardiologia do Hospital VITA, em Curitiba, conta que o problema atinge aproximadamente 31% da população adulta brasileira, ou seja, uma em cada três pessoas. Além disso, 3% das crianças e adolescentes enfrentam o problema no mundo. No entanto, o problema costuma “se instalar” entre 30 e 50 anos e tem mais risco de se desenvolver conforme a idade.

​​De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, a apresentação da hipertensão em pacientes com idade entre 18 e 24 anos é de 8%, contra 50% para a faixa etária acima de 55 anos. “A hipertensão arterial acomete mais as mulheres (25,5%) do que os homens (20,7%) e é um dos fatores de risco para infarto, acidente vascular cerebral (AVC), hipertrofia e insuficiência cardíaca e insuficiência renal”, alerta Marquesini.

​S​intomas – “Na grande maioria dos casos é uma doença assintomática, porém em aumentos agudos de pressão arterial pode ocorrer sintomas como cefaleia, dor na nuca e/ou no peito e visão com pontos cintilantes”, destaca o cardiologista.

Já quanto ao controle, Marquesini explica que uma vez diagnosticado, o problema deve ser tratado de forma farmacológica, com o uso de medicamentos, e com a modificação no estilo de vida.

 

Fatores de risco para desenvolver hipertensão arterial:

Idade: idosos, com o envelhecimento da população aumenta a probabilidade de desenvolvimento de hipertensão arterial;

Sexo: maior probabilidade para o sexo feminino;

Etnia: maior probabilidade nos negros;

Excesso de peso e obesidade;

Ingesta excessiva de sal: o preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é o consumo de 2g de sódio por dia o que representa o máximo de 5g de sal/pessoa/dia;

Sedentarismo,

Fatores genéticos.

 

Dicas de prevenção e controle:

A pressão arterial deve ser aferida pelo menos uma vez por ano;

Pratique atividades físicas todos os dias;

Evite o sobrepeso e obesidade;

Opte por uma alimentação saudável com pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes;

Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba;

Abandone o cigarro;

Nunca pare o tratamento, é para a vida toda;

Siga as orientações do seu médico;

Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.

 

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AVC é a terceira causa de morte do mundo

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 23 de fevereiro de 2018

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame, é considerado a terceira causa de morte do mundo e responsável por ocasionar incapacidade física e mental. Dados apontam que a cada seis segundos um paciente com doença cerebrovascular vai a óbito, independente da idade ou sexo. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, o AVC é a segunda principal causa de morte e incapacidade no Brasil. Em primeiro lugar estão os infartos e, em terceiro, o diabetes.

Trata-se de uma doença dos vasos sanguíneos intracranianos e que por consequência leva ao surgimento súbito de sintomas neurológicos. O tipo mais comum é o AVC isquêmico, mais de 80% dos casos, causado por uma obstrução ao fluxo sanguíneo cerebral pela presença de um coágulo no interior do vaso sanguíneo. Quando o fluxo de sangue é interrompido ocorre redução do fornecimento de oxigênio e nutrientes essenciais ao funcionamento normal do encéfalo. O tratamento do acidente vascular cerebral isquêmico na fase aguda consiste no uso de um medicamento chamado trombolítico (quebra do coágulo), podendo ser utilizado até 4 horas e meia do início dos sintomas. Na verdade o medicamento desmancha o coágulo e assim se restabelece o fluxo. Além disso, atualmente, existe a retirada mecânica do coágulo por cateterismo.

Quanto ao AVC hemorrágico, é causado pela ruptura de um vaso com extravazamento de sangue para o interior do cérebro. Neste caso, o tratamento indicado é a parada do sangramento por cateterismo, utilizando como se fossem “molas” que vão obstruindo um aneurisma, ou utilizando um stent, que funciona como uma malha de metal muito fina, que é inserido na porção mais interna da artéria e tem a função de reordenar o fluxo sanguíneo.

Geralmente, a doença acomete pessoas com mais de 60 anos de idade, mas há registros de ocorrências em jovens e recém-nascidos.
O atendimento do paciente com o problema deve ser realizado em caráter de emergência, e para isso é importante reconhecer que a pessoa está sofrendo um AVC.

Sintomas – A prioridade é a identificação das manifestações clínicas caracterizadas pelo início súbito de qualquer um dos seguintes sintomas: fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, alteração na fala, perda da visão, dificuldade em caminhar ou no equilíbrio, e dor de cabeça de início súbito. Na presença de um destes sintomas, não se deve aguardar a melhora, já que cada segundo é importante. Até quatro horas e meia após o início dos sintomas, um medicamento que dissolve o coágulo pode ser dado aos pacientes com AVC isquêmico (o tipo mais comum), diminuindo a chance de sequelas. Procurar atendimento médico com rapidez é fundamental para evitar possíveis complicações e até mesmo óbito. Essa atitude faz a diferença e salva vidas.

Outro alerta é que a pessoa que já teve um AVC ou uma “ameaça de derrame” ou outra doença vascular como o infarto (no coração) e a doença vascular periférica (estreitamento das artérias que nutrem os membros superiores e inferiores), tem maior probabilidade de ter o problema. Por isso, deve-se atentar para fatores e grupos de risco – diabetes, doenças cardíacas, doença de Chagas, hipertensão arterial, obesidade, sedentarismo, tabagismo, colesterol elevado e consumo excessivo de álcool.

 

Equipe Neurologia Hospital VITA

 

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Idosos correm mais riscos de sofrer quedas

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 16 de fevereiro de 2018

Pessoas idosas estão mais suscetíveis a sofrer quedas. O risco aumenta progressivamente com a idade em ambos os sexos e após os 65 anos a incidência pode aumentar, resultando em fraturas e ocasionando internação e incapacitação.

 

 

 

Fatores relacionados a quedas:

– Diminuição da forca muscular;
– Osteoporose;
– Anormalidades para caminhar;
– Arritmia cardíaca (batimento cardíaco irregular);
– Alteração da pressão arterial;
– Depressão;
– Senilidade;
– Artrose, fragilidade de quadril ou alteração do equilíbrio;
– Alterações neurológicas (derrame cerebral, Parkinson, Esclerose Múltipla e Alzheimer);
– Disfunção urinária e da bexiga.
– Uso controlado de determinadas drogas;
– Diminuição da visão;
– Diminuição da audição;
– Câncer que afeta os ossos;
– Deformidades nos pés (unhas grandes, joanetes dolorosos,…)

 

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Carnaval: aproveite a festa sem descuidar da saúde

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 09 de fevereiro de 2018

O carnaval é considerado a maior festa popular do Brasil, o momento de descontração acaba levando algumas pessoas a extravagâncias e excessos. Por isso, é preciso ter alguns cuidados para manter a saúde e evitar a transmissão de doenças neste período.

A prevenção é a melhor maneira para ter um carnaval tranquilo. Proteger-se nas relações sexuais é essencial. São várias as DSTs (Aids, hepatites, herpes, sífilis, gonorreia), além da gravidez indesejada. Portanto, sexo somente com proteção e atenção também ao risco de contrair a mononucleose infecciosa, ou “doença do beijo”, uma das que mais acomete os foliões.

A “doença do beijo” tem foco em homens e mulheres de 15 a 25 anos que, muitas vezes, nem sabem que estão contaminados. Os sintomas são semelhantes aos da gripe, mas a mononucleose pode ser diferenciada pelo aumento significativo dos gânglios e do baço, já que o vírus tende a aumentar os gânglios e o baço. Estima-se que 80% dos adultos já estiveram em contato com o vírus.

 

Dra. Marta Fragoso, infectologista 

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