Cuidados com pacientes internados

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 23 de fevereiro de 2016

Ter familiares ou amigos internados no hospital é uma situação complicada e, quase sempre, queremos fazer algo para ajudá-­los a superar esse momento. A companhia e o amor de pessoas próximas traz benefícios ao tratamento do paciente e é muito aconselhável. Porém, há certos cuidados que devem ser tomados para não acabar prejudicando a melhora do internado.

Uma das contraindicações é levar alimentos de casa para o paciente. Durante a internação, a pessoa passa a ter uma dieta, com tudo o que ela precisa ingerir, indicada pelos médicos responsáveis pelo seu tratamento. Quando um familiar leva algum alimento de fora, ele pode prejudicar essa dieta e, inclusive, gerar riscos ao paciente. Exemplos destes riscos são aumento de pressão arterial, alterações na glicemia, interferência em exames solicitados entre outras situações danosas.

Outra preocupação é com a infecção relacionada aos serviços de saúde, que popularmente se denomina infecção hospitalar. Você pode contribuir na prevenção destas infecções lavando as suas mãos conforme explicado pelos profissionais de saúde, evitando realizar visitas se estiver doente, não sentando na cama do

paciente. Quando necessitar de internação ou para seus familiares deve­se também prestar atenção ao hospital escolhido. Verificar as instalações, a estrutura e as condições de higienização é o mínimo a ser feito. Caso queira maiores informações procure os responsáveis pelo Programa de Segurança do Paciente.

Os cuidados se iniciam na porta de entrada com a identificação correta do paciente tanto em sua ficha médica, quanto no local em que estiver e identificadores como pulseiras, devem estar corretos e de fácil visualização ( identificação e alertas para alergias).

Esteja sempre atento e faça o possível para ajudar aqueles que você ama.

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Por que a celulite aparece?

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 18 de fevereiro de 2016

A celulite é um pesadelo para muitas mulheres e até homens. Aqueles “furinhos” na pele, mais comuns em regiões como coxas e bumbum, provocam timidez e até mudança no modo de se vestir das pessoas. Mas não é motivo de desespero, celulite tem forma de prevenção e tratamento!

O problema acomete vários tipos de pessoas em diferentes idades, mas alguns fatores colaboram para seu aparecimento como: genética, mudanças hormonais, sedentarismo, uso de pílulas anticoncepcionais, roupas apertadas e tabagismo.

Todos esses fatores podem ser tratados ou eliminados. Se a pessoa tem predisposição genética para ter celulite, tendo facilidade para engordar na região das pernas, vale se prevenir já cuidando dos hábitos de alimentação, preferencialmente procurando um nutricionista. Igualmente ao uso de pílulas anticoncepcionais que deve ser feito mediante consulta ao ginecologista, que indicará qual a pílula mais aconselhável.
A prática de exercícios físicos é importante para a prevenção da celulite pois, além de queimar a gordura presente no tecido adiposo, ajuda a melhorar a circulação sanguínea. O uso de roupas apertadas deve ser evitado também pelo prejuízo ao sistema circulatório.

Para o tratamento da celulite existem ofertas de massagens modeladoras, cremes dedicados à diminuição e tratamentos estéticos como a drenagem linfática e radiofrequência. Porém, a Sociedade Brasileira de Dermatologia indica que um médico seja sempre consultado antes, pois o tratamento da celulite é difícil e é preciso ter cuidado com propagandas de produtos milagrosos.

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Colesterol: aprecie com moderação

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 16 de fevereiro de 2016

A dislipidemia, ou nível excessivo de colesterol no sangue, acarreta vários riscos e é importante controla-la.

A maior parte do colesterol é produzido pelo próprio corpo, mas isso não significa que possamos comer alimentos ricos em colesterol à vontade. O cardiologista Mário Sérgio Ceric, dos Hospitais VITA Curitiba e VITA Batel, explica que o controle da dieta é essencial para evitar a dislipidemia, ou nível excessivo de colesterol no sangue. A dislipidemia não causa sintoma algum, mas acarreta doenças cardiovasculares como o infarto e o AVC. Reduzir a gordura animal na alimentação é o que está ao nosso alcance, e pode fazer toda a diferença para a nossa saúde.

Cada pessoa é diferente, mas de modo geral Cerci recomenda evitar doenças drásticas, condenadas ao fracasso. “Uma feijoada, por exemplo, tem muito colesterol”, diz Cerci; “mas se você cozinhar o feijão separado, tirar aquele excesso de gordura, e escolher um pedaço de carne seca ao invés do torresmo, vai poder saborear sem se encharcar de colesterol”. Ele cita o caso de um paciente que perdeu 15 quilos em 12 meses, controlando a gordura em todas as refeições, e limitando-se a uma feijoada, magra, por mês.

Cerci explica que estar gordo ou magro também não reflete os níveis de colesterol da pessoa. Há pessoas gordas com níveis baixos de colesterol, e há magros com colesterol elevado. A única forma de saber é fazendo os exames, e isso é um alerta principalmente para os magros.

O que é colesterol

O colesterol é uma gordura produzida pelo próprio corpo, presente nos alimentos de origem animal e ausente nos de origem vegetal. Ele é um componente importante para a constituição das membranas celulares, mas em excesso tende a se depositar nas paredes dos vasos sanguíneos e causar doenças cardiovasculares como AVC, infarto e outras.

O próprio corpo produz colesterol

A maior parte do colesterol presente no sangue, cerca de 70%, é produzida pelo nosso próprio corpo, o restante é adquirido na alimentação. É só essa parte da alimentação que podemos controlar. Por ser uma característica individual e muito variável, algumas pessoas comem gordura animal à vontade (na forma de carne, bacon, etc.) e seu colesterol continua baixo, ao passo que outras, mesmo cortando todo o colesterol da alimentação, continuam com níveis elevados. Para essas, a forma mais indicada de controlar é com medicação.

Fatores de risco

Vários fatores influenciam o nível de colesterol, tanto na criança quanto no adulto. Alguns podem ser controlados, outros não.

  • Controláveis
    • Alimentação
    • Sedentarismo
    • Exposição ao tabaco
    • Obesidade
    • Tabagismo
  • Não controláveis
    • Histórico familiar
    • Gênero (o homem é mais propenso a ter níveis elevados de colesterol)
    • Idade (em geral, quanto mais idoso, maior a produção da substância)
    • Diabetes
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A cor da urina e os segredos da saúde

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 11 de fevereiro de 2016

Pouca gente sabe mas um dos indicadores do estado da nossa saúde é a cor da urina. Sendo o líquido produzido pelos rins e responsável por expelir os resíduos do nosso metabolismo, a urina pode revelar desde aspectos da alimentação à doenças e infecções presentes no organismo.

Veja abaixo, de uma maneira simples,:

Transparente: Significa que a urina está bastante diluída. Pode representar um excesso de ingestão de água, mas também pode indicar um mau funcionamento dos rins. Beber cerca de dois litros ao dia é o suficiente.

Amarelo claro: Alimentação e saúde estão equilibradas. Continue assim.

Amarelo escuro: Pouca hidratação no corpo. Beba mais líquidos durante o dia.

Âmbar ou mel: Alta desidratação. Você precisa tomar água urgentemente.

Marrom: Suspeite de problemas no fígado quando estiver com “cor de Coca-Cola”. Também pode ser por desidratação extrema. De qualquer modo, é melhor procurar um médico.

Avermelhada: Se não comeu muitos alimentos vermelhos – como morango ou beterraba, pode haver sangue misturado à urina. Procure um médico.

Verde: Risco de alguma infecção bacteriana. Ou você só exagerou em alimentos com corantes nessa tonalidade. Alguns medicamentos também podem alterar a coloração da urina. Já sabe, na dúvida, procure um especialista.

Presença de Espuma: pode ser indício de perda anormal de proteína ou infecção.

 

Dr. ​Ricardo Benvenutti, nefrologista do Hospital VITA, em Curitiba.

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