Começou o segundo semestre. E agora?

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 07 de junho de 2016

A cada virada de ano costumamos fazer as chamadas resoluções para o ano novo. Mudar de emprego,
d
e cidade, viver um novo amor, perder alguns quilos, fazer aquela viagem dos sonhos, enfim, as motivações são infinitas. Mas chegamos à metade do mês de junho e se aqueles objetivos traçados há seis meses continuam longe de uma realidade, a empolgação dá lugar ao desânimo e todas as metas são deixadas para o ano seguinte.

É verdade que a essa altura do campeonato, a vontade de desistir é grande, mas com um pouco de planejamento e força de vontade, ainda é possível fazer as pazes com a própria consciência e conseguir bons resultados nestes seis meses que ainda restam. A dica é sempre pensar positivo. Deixe de pensar que só faltam seis meses para o ano acabar, o que você deve ter em mente é você ainda tem seis meses pra conseguir o que deseja.

Quando estabelecemos muitas metas, fica mais difícil manter o foco e as chances de não conseguir cumprir a maior parte delas é bem grande, assim como a frustração que poderá vir depois. Ao reprogramá-las, tente ser mais realista e priorizar aquilo que depende somente de você, sem interferências externas, como uma viagem, por exemplo, que pode depender de cotação de moeda estrangeira, condições climáticas do destino etc.

Reveja as suas metas, avalie quais ainda são possíveis alcançar. Divida grandes objetivos em objetivos menores. Por exemplo, se o objetivo era perder peso, estabeleça que a partir de agora você vai incluir alguns minutos diários de exercícios na sua rotina nos próximos 30 dias. Se ao final desse tempo você conseguir cumprir esta meta, certamente sua jornada ganhará novo fôlego. Que tal se agora tentasse cortar doces ou refrigerantes por algum tempo como novo pequeno objetivo?

No final de tudo você até poderá constatar que seis meses é tempo suficiente para alcançar metas que você havia planejado para um ano. E até se você não conseguir cumpri-la plenamente, também não ficará com a sensação que nem ao menos tentou.

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Cuidados com a alimentação nas festas juninas

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 03 de junho de 2016

Junho é um dos meses mais esperados do ano para muitos brasileiros. Os arraiales e quermesses tornam-se verdadeiras confraternizações, cheias de alegrias, danças, brincadeiras e, principalmente, bebidas e quitutes deliciosos. Guloseimas como paçoca, pé-de-moleque, bolo de milho, canjica, e muitas outras, tornam-se verdadeiras protagonistas da gastronomia brasileira durante toda a quadra junina.

Mas é preciso ficar atento para não exagerar. Apesar de deliciosas, algumas dessas comidas são altamente calóricas e algumas, se consumidas em exagero, são um ótimo convite à complicações como a indigestão e até outros problemas mais graves. Contudo, não é preciso entrar em desespero só de imaginar ter que abrir mão de algumas dessas delícias. Abaixo algumas algumas dicas que podem ajudar a aproveitar as festas juninas sem medo da indigestão ou sem a culpa de ter saído da dieta. Confira:

  1. Não vá para uma festa junina de barriga vazia. Se estiver de dieta, procure fazer um lanche saudável antes de sair de casa. Ele vai ajudar na sensação de saciedade e diminuir as chances de você cair na tentação.
  2. Dê uma boa olhada em tudo o que está disponível. Assim você pode ter uma visão ampla de todas as comidas disponíveis e aproveitar aquelas que você mais gosta.
  3. Concentre-se nas comidas típicas. Uma boa dica para não exagerar é procurar dispensar aquelas comidas que você tem fácil acesso em outras épocas do ano, como a pipoca e o cachorro quente, por exemplo.
  4. Faça escolhas mais saudáveis. Opte por alimentos ricos em fibras e de fácil digestão, como o milho cozido ou o bolo de fubá. Eles são ótimas fontes de carboidratos e podem ser consumidas como uma refeição, junto a uma proteína, como um churrasquinho.
  5. Evite exagerar nas bebidas alcoólicas, como o sagu ou o quentão. Além disso, cuidado com os alimentos com muita adição de açúcar como a cocada, o arroz doce ou a canjica, que são um perigo para quem tem diabetes ou pré-diabetes.
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Queda de cabelo aumenta no outono/inverno

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 01 de junho de 2016

A alopecia (queda capilar) intensifica durante o outono e o inverno, já que neste período aumenta-se a temperatura da água do banho, diminui-se o número lavagens dos fios e usa-se com mais frequência secadores, boinas, chapéus, e como consequência disso, aumenta a probabilidade de caspa, fios opacos e sem brilho, ressecamento e queda. Para compensar estes fatos, ocorre um abuso no uso de secadores de cabelos, cremes e leave in que podem provocar irritações no couro cabeludo. 

Acordar e perceber vários fios no travesseiro, a quantidade de cabelo que cai durante o banho ou ao pentear o cabelo assusta as pessoas. É normal perder de 100 a 150 fios durante o dia, porém essa quantidade podem aumentar até a 600 fios por dia durante o outono/inverno.

A queda dos fios é parte natural do ciclo de vida dos cabelos. Este ciclo consiste em três fases de: a denominada fase anágena que tem duração de 2 a 4 anos, podendo durar até 8 anos; repouso, também chamada de fase catágena, tem duração média de 3 semanas; e queda, que constitui a fase telógena e tem duração de 3 a 4 meses. 

Este tipo de queda, chamado de eflúvio telógeno, pode durar de 1 a 3 meses. O termo telógeno refere-se a fase de queda do cabelo, que ocorre quando os fios que já estavam prontos para cair, caem de forma excessiva em vez de caírem aos poucos.

Mas afinal, quantos fios temos?

São os folículos que determinam os mais variados tipos de pelos do corpo, desde a penugem até os do couro cabeludo. Essa quantidade varia de acordo com a idade da pessoa. Entre 20 e 30 anos, a cabeça humana tem, em média, 615 fios por centímetro quadrado – o que equivale a cerca de 150 mil fios. Dos 30 aos 50 anos, o número cai para 485 fios e vai diminuindo lentamente. Por exemplo, uma pessoa com 80 anos, saudável, possui 435 raízes por centímetro quadrado.

Os fios se formam muito cedo, quando o bebê ainda está na barriga da mãe. O recém-nascido tem de 100 mil a 150 mil folículos no couro cabeludo. Cada um produz um fio. Eles não desaparecem com a idade, apenas param de produzir cabelos. Esses números valem para os dois sexos e para todas as etnias. O que varia é a consistência do fio, que pode ser mais grosso ou mais crespo.

Alopecia androgenética  

Há também outro tipo de queda de cabelos, onde não se nota tanto a queda, mas sim os cabelos mais “ralos”. Na alopecia androgenética os fios ficam extremamente finos e o couro cabeludo fica mais visível. Para não ficar na dúvida, é importante procurar um especialista e checar a saúde capilar. As receitas caseiras podem piorar o quadro de queda, por isso, é aconselhável sempre procurar um especialista.

O dermatologista avaliará toda a história clínica e o exame físico, que pode ser complementado com a tricodermatoscopia (exame relativamente simples, não invasivo, realizado com um aparelho chamado dermatoscópio). Em alguns casos o médico poderá solicitar exames laboratoriais: avaliação hormonal, hemograma completo, dosagem de vitaminas e minerais e, em alguns casos, biópsia da pele do couro cabeludo para definir o diagnóstico e o tratamento adequado. O tratamento é composto, basicamente, por medicações via oral e tópicas, shampoos e mesoterapia capilar (injeções intradérmicas aplicadas no couro cabeludo). 

Dr. Alexandre Haddad, médico dermatologista do Hospital VITA

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Neurônios-espelho

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 24 de Maio de 2016

Os neurônios-espelho são grupos de neurônios que fazem parte do nosso sistema motor e imitam os movimentos que outras pessoas fazem ou que nós pensamos em fazer.

Quando olhamos uma pessoa movimentando o braço direito, por exemplo, os nossos próprios neurônios, dessa região de movimento do braço direito, se ativam. Ou seja, esses neurônios são responsáveis por programar uma atividade motora, eles planejam uma atividade que ainda vai acontecer, ou por imitação de uma outra pessoa ou quando nós pensamos em fazer esse movimentos. É como se eles preparassem o corpo para se mover daquela forma.

Esses neurônios são suscetíveis à lesões tanto quanto qualquer outro neurônio, a pessoa pode ter várias doenças que afetam os neurônios motores, causando a dificuldade de movimento, mas esses neurônios, por serem mais difusos, têm mais dificuldade de serem lesados. Isso devido a sua localização um pouco mais espalhada, que dá um tipo de proteção para a pessoa, dificultando que um trauma mate uma quantidade muito grande dessas células.
Regeneração

Até pouco tempo atrás nós achávamos que o cérebro não se regenerava, hoje nós sabemos que existem células-tronco dentro do cérebro, e quando acontece uma lesão elas são ativadas e levadas para aquela região para tentar recuperar aquele grupo de neurônios que deixou de funcionar. Porém, isso não acontece de uma forma muito efetiva, uma vez que aquela região continua sem uma circulação que leve o oxigênio necessário. Então, quando abrimos o fluxo sanguíneo, conseguimos uma melhor circulação cerebral, essas células conseguem voltar a funcionar e têm uma grande recuperação, isso é o que chamamos de neurogênese. Outra coisa é a plasticidade cerebral, que acontece quando uma outra parte do cérebro assume a função daquela que deixou de fazer o seu trabalho. Nesse caso não surgem neurônios novos, os neurônios antigos aprendem a fazer um outro trabalho.
A importância dos neurônios-espelho

Em uma pessoa saudável eles facilitam os movimentos e em uma pessoa que sofreu um AVC, se estimularmos esses neurônios-espelho, essa pessoa pode recuperar o déficit motor ou até,  por exemplo, melhorar alguma dor fantasma de um braço amputado. Esses neurônios facilitam a recuperação melhorando as sequelas, quando ativados.

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