​​Papai Noel visita Hospital VITA

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 15 de dezembro de 2017

O Papai Noel marcou presença, na manhã de sexta-feira (15), no Hospital VITA, localizado na Linha Verde Norte, em Curitiba. Noel chegou de helicóptero e foi recepcionado por pacientes, familiares, corpo clínico e colaboradores do VITA. O “bom velhinho” visitou também as alas da instituição e distribuiu presentes aos pacientes internados na pediatria.

A ação faz parte do programa de Humanização Hospitalar do VITA que tem como objetivo acelerar o processo de recuperação dos pacientes e estreitar o relacionamento entre a instituição, pessoas internadas, familiares e equipe. A iniciativa contou com o apoio da Bumerang Brinquedos e Eacar Táxi Aéreo.

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​​Enfermagem do Hospital VITA recebe certificação Diamante Prime

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 08 de dezembro de 2017

As equipes de enfermagem dos Hospitais VITA Curitiba e VITA Batel foram novamente certificadas pela 3M do Brasil, empresa que há 10 anos avalia hospitais, na categoria Prevenção de Lesões de Pele. O VITA foi agraciado na categoria Diamante Prime, isto é, obteve a classificação máxima.

As avaliações são realizadas anualmente e têm como objetivo premiar as instituições de saúde que obtém bons resultados nas práticas hospitalares, com o objetivo de alcançar a qualidade assistencial e manter a integridade da pele do paciente. O resultado é obtido por meio de visita de auditores da 3M que realizam uma avaliação criteriosa com as equipes e pacientes dos hospitais brasileiros. Atualmente, 57 instituições compõem o seleto grupo que recebe acompanhamento da indústria. A equipe analisa o atendimento assistencial de acordo com as boas práticas assistenciais estabelecidas no protocolo de lesões de pele recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para a Gerente de Enfermagem do VITA Curitiba e VITA Batel, Claudimeri Dadas, o prêmio reflete algo que já está dentro da equipe de enfermagem. “Nós trabalhamos com o cuidado centrado no paciente, atenção específica para cada pessoa, nossos profissionais têm como pilar a prevenção de lesão de pele. O paciente chega na instituição e sua pele já e avaliada e o cuidado é individualizado, já está na essência dos nossos profissionais”, explica. Segundo ela, com esse cuidado, as altas hospitalares são mais precoces e os pacientes não permanecem internados devido a lesões de pele. “É um direito do paciente ter a pele cuidada e preservada, mas também é um dever nosso ter esse olhar e atenção. Os índices de lesão de pele são muitos baixos. Com isso, temos a satisfação do nosso paciente e também do profissional que consegue desenvolver esse trabalho com humanização e com carinho”, destaca Claudimeri.

 

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Saiba o que é bichectomia

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 01 de dezembro de 2017

Bichectomia é o nome dado ao procedimento que reduz as bochechas. Trata-se de uma cirurgia em que é removida parte de uma estrutura anatômica, uma massa de gordura chamada de Bola de Bichat.

A retirada da Bola de Bichat tem se tornado cada vez mais popular, com grande procura nos consultórios, principalmente, depois que celebridades começaram a aparecer na mídia com os rostos mais finos e delgados. Embora muitos pensem, a bichectomia não é especificamente um procedimento estético, mas sim um recurso utilizado como finalização em pacientes que são submetidos às cirurgias de correção dos maxilares ou com histórico de morder as bochechas involuntariamente.

O procedimento faz com que a parte baixa do rosto se torne mais fina, deixando a face mais harmônica, resultando no chamado “efeito blush”, isto é, deixa as maçãs do rosto mais proeminentes, fazendo com que este tenha uma aparência mais delgada.

Além disso, a retirada da Bola de Bichat também impede que, com o passar dos anos, marcas de expressão apareçam no terço inferior da face e desta forma reduz o aspecto caído como as chamadas “bochechas de buldogue”, “bigode chinês” e rugas periorais. Diferente de outras gorduras do rosto, a Bola de Bichat tem apenas a função de preenchimento e não de sustentação.

Quem pode fazer?

O procedimento pode ser realizado tanto em mulheres como em homens que sofrem com mordeduras frequentes e também que se incomodam com o tamanho das bochechas e buscam obter um rosto harmonioso. É importante destacar que, por ser uma estrutura anatômica, depois de retirada, a Bola de Bichat não volta a se formar, mesmo que a pessoa tenha um aumento de peso, o que torna a cirurgia irreversível.

Quando realizar?

A cirurgia pode ser feita assim que houver o crescimento completo da face, podendo ser realizada no início da juventude, desde que haja a autorização dos responsáveis. Geralmente, os pacientes que buscam essa intervenção estão em uma faixa etária que varia entre 20 e 45 anos.

É importante que o especialista realize uma criteriosa avaliação, já que muitos pacientes procuram a cirurgia por acharem suas bochechas proeminentes, porém, muitas vezes o responsável pelo rosto largo é a hipertrofia do músculo masseter e, nesses casos, o protocolo de tratamento é outro, podendo ou não ser associado à bichectomia.

Procedimento
A cirurgia é realizada com anestesia local, com ou sem sedação, a critério do próprio paciente. A incisão tem cerca de 1 cm e é feita na parte interna da boca, próximo aos molares superiores, evitando cicatrizes aparentes. O procedimento dura em média de 30 a 40 minutos.

 

 

Dr. Marcelo Arsego, cirurgião bucomaxilo

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Vírus da catapora é responsável por causar herpes zóster

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 24 de novembro de 2017

Conhecido popularmente como cobreiro, o herpes zóster é uma infecção viral na qual aparecem erupções e vesículas na pele, mais frequentes no tronco e no rosto, acompanhadas de dor intensa. No entanto, pode acometer a região ocular com graves consequências. A doença é causada pelo vírus varicela-zoster, mesmo agente da catapora, e atinge pessoas que já tiveram catapora em algum momento da vida e ficaram com o vírus latente em gânglios próximos ao sistema nervoso.

O vírus causador da varicela e do herpes zóster não é o mesmo responsável pelo herpes labial ou genital.

Uma pessoa com herpes zóster pode transmitir o vírus varicela-zoster para uma pessoa que não está imune à catapora através do contato direto com as vesículas da pele. Se infectada, a pessoa pode vir a desenvolver catapora e possível herpes zóster no futuro.

Sintomas: Normalmente atinge um lado do corpo, esquerdo ou direito. As vesículas iniciam no meio das costas em direção ao peito, podendo aparecer no rosto e em torno de um dos olhos. Pode afetar mais de uma região do corpo.

Dor intensa ocorre antes, durante e após as vesículas aparecerem podendo ser do tipo ardência e sensação de cócegas ou formigamento na área em torno dos nervos afetados. Calafrios e distúrbio gastrointestinal frequentemente estão associados.   Esta sensação dolorosa pode permanecer por seis meses até um ano e a vacina atualmente disponível elimina ou reduz significativamente estas manifestações.

Precauções – Deve-se evitar o contato com:
Pessoas com sistema imunológico debilitado;
Recém-nascidos (principalmente prematuros);
Gestantes.

Fatores de risco:
Quanto mais idade, maior é o risco;
Doenças que fragilizam o sistema imunológico, como AIDS e câncer;
Medicamentos de uso contínuo, pois baixam a imunidade.

 

Dra. Marta Fragoso, infectologista 

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