Realizar check-up anual pode evitar infarto e demais complicações com a saúde

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 08 de fevereiro de 2019
(Imagem: Pixabay)

Cerca de 17,5 milhões de pessoas morrem vítimas de doenças cardiovasculares no mundo. O levantamento é da Organização Mundial da Saúde (OMS). Já no Brasil, a média anual chega a 350 mil, o que corresponde a um óbito a cada 40 segundos – duas vezes mais que todas as mortes decorrentes de câncer no país.

Infarto e demais doenças cardiovasculares, assim como, outros problemas de saúde podem ser evitados com a realização de check-up anual. É fundamental que a partir dos 40 anos as pessoas tenham o hábito de consultar regularmente um médico e fazer exames para checar a saúde ao menos uma vez ao ano. Após os 40 anos, homens e mulheres estão mais suscetíveis às doenças do coração e ao infarto. Além disso, há alguns fatores de risco que estão associados ao problema, como hipertensão arterial, colesterol elevado e tabagismo.

Sintomas do infarto

Geralmente, a dor cardíaca está centrada da parte torácica e em alguns casos pode ser desencadeada a partir de atividades físicas. O caráter da dor é mais opressivo, é como um aperto, pacientes relatam que a sensação é a de como se tivesse um peso sobre o peito. Os sintomas do infarto são múltiplos, pode ocorrer dificuldade de respiração, sudorese (suor excessivo), náuseas e vômitos.

A dor permanece, em média, durante 20 minutos, podendo cessar e voltar. Em alguns casos, pode continuar por mais tempo, até 40 minutos”, explica o médico. Quanto à intensidade, segundo ele, pode ser de moderada a alta. “Em pacientes diabéticos e idosos, pode se apresentar de forma mascarada, isto é, não haver qualquer dor no peito, ocorrer apenas um incômodo, semelhante a uma indigestão”, ressalta.

Ao sentir dor ou algum desconforto, a pessoa deve ir imediatamente ao hospital, 50% das pessoas que morrem por infarto é porque não tiveram atendimento médico, muitas vezes por não dar importância à dor e achar que não é nada grave e que não há necessidade de buscar auxílio médico.

Dicas de prevenção:

– Controlar a pressão arterial;

– Monitorar os níveis de açúcar para que estes não fiquem elevados;

– Dieta saudável;

– Praticar atividade física regularmente;

– Evitar o tabagismo.

Dr. José Eduardo Marquesini, cardiologista e chefe do serviço de cardiologia do Hospital VITA

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Verão: idosos não podem descuidar da hidratação

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 01 de fevereiro de 2019
(Imagem: Pixabay)

Os idosos, assim como as crianças, são mais sensíveis ao calor. Daí a necessidade de atentar para a necessidade de ingerir líquido. Além disso, idosos que tomam medicamentos para pressão necessitam ajustes de medicação, já que o calor faz baixar a pressão arterial. Alguns pacientes, no verão, necessitam pausar o uso do medicamento e retornar no inverno.

É importante ingerir água e até mesmo aumentar o consumo de líquidos, principalmente, quem tem problemas de pressão.  Pode ser suco chá, gelatina frutas como melancia, melão e laranja, que têm bastante líquido.
Sintomas desidratação : boca, olhos e pele secos ou queda de pressão tontura – sua frio, fica pálida pele seca.

A dica é manter hábitos de vida saudáveis, evitar roupas pesadas e quentes, usar roupas mais leves, cuidar com a exposição ao sol – antes das 10h e após a 16h, e não esquecer de usar protetor solar.

Qualquer sintoma que persistir deve-se buscar atendimento médico.


Dra. Geraldine Guimarães, geriatra

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Cuidado com os riscos escondidos na areia da praia

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 25 de janeiro de 2019
(Imagem: Pixabay)

Ir à praia e aproveitar o sol no verão é praticamente uma tradição. Nesses dias é normal passar muito tempo em contato com a areia da praia e com a água. Deve-se tomar cuidado, no entanto, com os riscos que esses locais podem apresentar.

A areia pode esconder diversos perigos à saúde como, parasitas, larvas, fungos e bactérias oriundas de animais e até por água contaminada. Por isso, a dica é que nunca se deve sentar diretamente na areia, utilize sempre uma canga ou toalha. Outro cuidado é com cadeiras alugadas na praia, sempre dever ser utilizado algum tecido para cobri-las, assim evita-se o contato com algum resíduo de areia.

Além disso, deve-se manter a atenção na água próxima à faixa de areia escolhida, se a água estiver com aspecto sujo ou de contaminação, certamente a areia também estará, logo, não é seguro para caminhar descalço, nem deixar as crianças brincarem.

Na praia também deve-se ficar atento à exposição exagerada ao sol, manter sempre a hidratação e nunca deixar de usar o protetor solar.

Dra. Marta Fragoso, infectologista

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Lesão na Coluna por mergulho em água rasa – um prazer que pode sair caro

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 18 de janeiro de 2019
(Imagem: Pixabay)

Os dias de calor estão intensos neste verão e a sensação térmica está mais evidente. Com isso surge a vontade de se refrescar a todo custo e nada mais convidativo que uma piscina ou uma cachoeira com água fresca.  Uma prática comum, porém muito perigosa são os mergulhos em locais assim, que se tornam convidativos com a ideia de diminuir a temperatura corporal. É o que costumamos chamar de “mergulho em água rasa”. Infelizmente é frequente vermos crianças e adultos jovens realizando esta prática durante os dias de calor. A água vista superficialmente dificulta a noção de profundidade e causa esta confusão. A Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) classifica o mergulho em água rasa como a quarta causa de lesão medular no Brasil e se torna a segunda causa de lesão na medula nesta época do ano. 

A maioria das lesões acontecem em jovens na faixa etária de 10 a 30 anos, geralmente localizadas na coluna cervical. As lesões podem variar desde traumas musculares como contraturas que podem cicatrizar de forma mais precoce até lesões e fraturas associadas a deslocamentos das vértebras. Podem cursar com alterações neurológicas causando perda de sensibilidade e da força muscular, podendo atingir os quatro membros do paciente.

Deve-se ter muito cuidado ao querer ajudar neste momento, pois uma manipulação realizada de forma incorreta pode piorar a lesão. A vítima deve ser salva e levada para fora da água para prevenir o afogamento e aguardar a chegada da equipe médica especializada no atendimento de emergências. Peça ajuda se presenciar um evento semelhante. 

No hospital, os médicos especializados irão avaliar e recomendar o melhor tratamento. Em casos leves, colares podem ser indicados e em situações mais graves a cirurgia pode ser a única solução.

Cuidado e previna-se: a lesão na medula afeta os movimentos e a sensibilidade dos membros, podendo ter um final drástico.

Dicas:

– Não mergulhe em águas turvas ou desconhecidas;

– Não mergulhe após ingerir bebida alcoólica ou outras substâncias que atrapalhem os reflexos;

– Evite empurrar os amigos para dentro da água;

– E cuidado ao tentar ajudar uma pessoa que sofreu este tipo de lesão: caso queira que ela mexa a cabeça poderá piorar a lesão. O mais importante é imobilizar e chamar ajuda médica para adequada avaliação.

Prevenir é o melhor remédio!

Dr. Alynson Larocca Kulcheski, ortopedista, especialista em coluna

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