Cólicas menstruais podem estar associadas a problemas de saúde

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 07 de julho de 2016

A maioria das mulheres já passou por uma crise de dismenorreia, popularmente conhecida como cólica menstrual. Com intensidade variada, o problema atinge mensalmente a maioria das mulheres. Mas nem por isso deve-se deixar de lado, as cólicas podem estar associadas a problemas de saúde e, por isso, devem ter acompanhamento médico.

A cólica menstrual caracteriza-se por ciclos de dor intensa, com aumento gradual da intensidade até um pico e depois melhora lentamente. “A severidade é variável, e pode irradiar para a região lombar e coxas”, explica o ginecologista do Hospital VITA Dr. Francisco Furtado Filho.

Segundo ele, algumas mudanças de hábitos são suficientes para amenizar o desconforto e mal-estar. Seguir uma dieta equilibrada, praticar atividades físicas, fazer alongamentos e aplicar calor local, seja com bolsa imagem_release_701486ou panos quentes, contribuem para aliviar as dores. Furtado explica que o uso de medicamentos é permitido desde que com acompanhamento médico, já que o uso indiscriminado pode mascarar outros problemas. “Caso as cólicas não sejam resolvidas com medidas simples e sejam persistentes e cíclicas, deve-se procurar ajuda médica para o devido diagnóstico”, alerta.

Tipos de cólicas:

Adenomiose – As células endometriais invadem o espaço entre as fibras musculares do útero e, em alguns casos, formam nódulos simulando miomas, chamados adenomas. As cólicas são crônicas, com irradiação para as coxas e/ou região lombar, acompanhadas de sensação de peso no abdômen, com ou sem alterações dos sistemas urinário e/ou
intestinal. Além disso, segundo Dr. Furtado, podem ocorrer dor nas relações sexuais.
Endometriose pélvica – Este tipo caracteriza-se pela presença de células do endométrio fora da cavidade uterina. As cólicas são habitualmente cíclicas, piorando no período pré-menstrual e menstrual, podendo variar de intensidade independentemente do grau de endometriose. “A endometriose pélvica pode estar associada à infertilidade, e nem sempre provoca dor”, explica Furtado.
Retroversão uterina (ou “útero virado) – Ocorre quando o útero encontra-se com o fundo do corpo uterino voltado para a coluna lombar e sacral. Pode causar cólicas de diferentes características e intensidades, e pode acompanhar mudanças de hábitos intestinais e urinários.

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Bons sonhos…

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 05 de julho de 2016

Dormir é uma das atividades que mais beneficia a saúde. Pode-se dizer que durante o sono o corpo retorna ao equilíbrio, beneficiando a memória, reduzindo riscos de doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes. Mas para ter todos esses benefícios é preciso ter uma noite bem dormida.

A posição correta para se dormir é de lado, com um travesseiro que tenha a altura entre o apoio do pescoço e a borda do ombro, e as pernas levemente flexionadas, com um travesseiro no meio delas.

Usar um megatravesseiroDormindo

Dividir a cama com um megatravesseiro pode parecer estranho, mas os chamados body pillows, ou travesseiros de corpo, são a solução para quem não consegue dormir na posição correta. Com formato maior que o tradicional – vão de 1,3m a 3,30m de largura (formato em “U”) –, eles são úteis para quem esquece facilmente a importância de dormir com as pernas separadas por uma almofada.

O body pillow garante que as pernas fiquem paralelas, deixando a bacia no lugar correto e não compensando um deslocamento na porção final da coluna. A opção do travesseiro em “U”, que cobre a parte anterior e posterior do corpo também pode ajudar a manter a posição correta por mais tempo. Uma preocupação que a pessoa deve ter é com a densidade do travesseiro, para que o pescoço fique na altura correta.

 

Dr Nelson Salles Junior, ortopedista

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Cuidados com o uso de aquecedores de ambiente

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 26 de junho de 2016

Com a queda de temperatura, aumenta o uso de aquecedores de ambientes, mas a utilização inadequada do aparelho pode causar riscos e problemas graves à saúde.

Por isso, é preciso ter alguns cuidados, já que esses equipamentos podem diminuir ainda mais a umidade do ar, causando desconforto ao nariz e à garganta e agravando doenças respiratórias comuns nesta época, como asma, rinite e sinusite.

Outro cuidado importante é com relação ao choque térmico. Sair de um ambiente com temperatura elevada para a rua ou local mais frio, pode ser um problema, principalmente para idosos e crianças, que têm o sistema imunológico mais sensível. Pessoas com problemas cardíacos ou pressão arterial alta também devem redobrar esses cuidados. O ideal é manter o ambiente em torno de 22 graus centígrados para evitar os riscos.

Quanto ao tipo de aquecedor, vale destacar o perigo do uso de equipamentos a gás, que têm risco de vazamentos, intoxicações e até mesmo levar à morte. Além disso, algumas pessoas queimam álcool em ambientes fechados, o que pode consumir todo oxigênio do local e até causar incêndios.

Dr. João Luiz Carneiro, clínico geral do Hospital VITA

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Diabetes está relacionado ao aumento de peso médio da população brasileira

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 19 de junho de 2016

A insulina é produzida pelo pâncreas e liberada na circulação sempre que os níveis de glicose sobem – o que ocorre após as refeições – mantendo em equilíbrio as taxas de açúcar no sangue. O diabetes surge quando o pâncreas não consegue mais produzir insulina em quantidades suficientes (diabetes tipo 1) ou quando existe falha na ação e/ou secreção da insulina (diabetes tipo 2).

A incidência do diabetes está aumentando em todo o mundo. Isso pode ser explicado pelo excesso de peso da população, principal fator de risco para o seu desenvolvimento. Quando existem familiares com diabetes o risco é ainda maior. Atualmente, cerca de 13 milhões de brasileiros convivem com a doença.

O diabetes tipo 2 é o mais comum, sendo responsável por 9 em cada 10 casos. Era conhecido como o diabetes “do idoso”, porém, os jovens têm sido afetados numa proporção cada vez maior. Pessoas com risco elevado devem ficar atentas, pois é possível prevenir o desenvolvimento da doença. Se o diabetes já estiver instalado, a detecção precoce e o tratamento adequado previnem suas complicações.

Não devemos esperar pelos sintomas característicos da doença, como perda de peso inexplicada, aumento do apetite, aumento da sede e da vontade de urinar, pois, quando os sintomas aparecem, a doença já está descompensada. Nesse caso, pode-se afirmar que houve um atraso de cerca de 10 anos no seu diagnóstico.

Taxas cronicamente elevadas de glicose no sangue aumentam as chances das complicações crônicas da doença, como alterações visuais, prejuízo da função renal, problemas vasculares e neurológicos, que podem culminar com a amputação de membros, além de alterações cognitivas e aumento do risco de fraturas ósseas.

Já a esteatose hepática (popularmente conhecida como gordura no fígado) está presente em cerca de 40 a 70% dos diabéticos. Pode causar sintomas como desconforto abdominal e cansaço, mas, em geral, é descoberta de forma acidental durante a realização de exames de sangue ou de uma ecografia. Pacientes diabéticos e aqueles com excesso de peso têm um maior risco de apresentar doença progressiva (cirrose), algumas vezes com necessidade de transplante hepático.

Muitas vezes, a oportunidade de prevenir essas complicações é perdida, pois muita gente tem medo de realizar os exames, pensando que se receberem o diagnóstico terão que fazer grandes restrições no seu dia a dia, o que não é verdade. As recomendações quanto à alimentação e exercícios físicos são as mesmas utilizadas para a população geral, ou seja, preconiza-se a manutenção de um peso saudável através de alimentação equilibrada, além da prática regular de exercícios físicos. O segredo está em planejar e organizar as refeições, com melhores escolhas alimentares e atenção às quantidades consumidas.

Uma série de medicamentos têm sido desenvolvidos, possibilitando o controle adequado dos níveis glicêmicos. Em conjunto, essas medidas têm diminuído a mortalidade e melhorado a qualidade de vida dos pacientes diabéticos. Então fique atento: procure fazer acompanhamento médico e exames de sangue regularmente, pois isso pode mudar o seu destino!

Dra. Daniele Tokars Zaninelli, endocrinologista do Hospital VITA

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