Sai pra lá mau-humor

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 17 de fevereiro de 2017

A correria do dia a dia, onde desenvolvemos várias atividades ao mesmo tempo devido aos inúmeros compromissos e horários a serem cumpridos, além de causar desgaste e estresse, resulta em mau-humor. Confira algumas dicas para driblar o mau-humor e ter uma vida leve e mais agradável:

– Comece o dia desejando “bom dia” a todos que encontrar, seja no elevador, no trabalho, na academia, mesmo que a pessoa não lhe responda. Devemos ser persistentes, um dia ela retribuirá.

– Conheça pessoas e faça novas amizades, aumente o seu círculo de amigos.

– Viaje: seja para longe ou perto, com dinheiro ou sem dinheiro, sozinho ou acompanhado, o importante é sair da rotina por, pelo menos, um período no ano.

– Tenha um hobby: para o homem acaba sendo mais fácil ter um amigo para ir pescar, jogar ou assistir partidas de futebol, torcer por um time ou andar de moto. Já as mulheres quando não estão trabalhando e são mães, tendem a encontrar atividades que envolvam os filhos ou, até mesmo, limitam-se a dar um jeito na casa. Por incrível que pareça, isso é mais frequente do que se pensa e não é saudável. Ela precisa encontrar um hobby somente dela. Trabalhos manuais são excelentes opções, assim como a dança, esportes ou mesmo um jantar entre amigas regularmente. Não podemos esquecer que o ideal é que o hobby não tenha semelhança com a profissão e com as obrigações do cotidiano.

– Boas noites de sono: se é algo que afeta o humor é o sono. Por isso, além das oito horas indicadas pelos especialistas, é preciso manter o ambiente com carinho. Colchão e travesseiros de boa qualidade, assim como uma roupa de cama limpa e cheirosa, darão o aconchego necessário. Esses cuidados deixarão o sono muito melhor. Vale o investimento!

– Alimentação adequada: tenha uma dieta composta por alimentos saudáveis e que façam bem ao intestino. Buscar o auxílio de um nutricionista poderá ajudar.

– Brinque: lembre-se adultos também brincam.

– Busque atividades que lhe façam bem e divirta-se!

 

Luciane Bozza Bertoncello, psicóloga

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Benefícios do cálcio para a saúde

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 10 de fevereiro de 2017

O cálcio é um mineral essencial para a saúde dos ossos, dentes, gengivas e bem-estar geral do corpo humano. Sua ausência ou uma dieta com baixa ingestão é um fator de risco para a ocorrência da osteoporose, doença em que a densidade e a qualidade dos ossos é reduzida, causando o enfraquecimento do esqueleto e por consequência o aumento do risco de fraturas.

O cálcio atua também no início da contração muscular, a substância atua na contração e relaxamento que regula os batimentos cardíacos. Além disso, o mineral está envolvido nos processos do mecanismo de coagulação sanguínea e associado à função enzimática, onde tem a finalidade de ativar enzimas responsáveis pela digestão de gorduras e metabolismo de proteínas. Atua também na regulação e transmissão de impulsos nervosos.

O nutriente é encontrado no leite e produtos lácteos, como queijos e iogurtes. Além disso, nozes, amêndoas, sementes, leguminosas e proteína da soja são boas fontes de cálcio. É comum as pessoas associarem o mineral ao leite, mas o brócolis também pode aumentar os níveis de cálcio até mais rápido.

A falta ou o excesso de cálcio pode ser fatal. Sua concentração sanguínea é regulada fortemente pelo hormônio das glândulas paratireoides, o PTH. Discretas alterações da concentração de cálcio cursam com liberação imediata do PTH, que é responsável por manter equilíbrio deste mineral.

Principais sinais e sintomas da deficiência de cálcio:

Dentes frágeis, unhas fracas e quebradiças, queda de cabelo, pele seca com descamação e rachadura, câimbras, taquicardia, formigamento, contrações musculares contínuas, diminuição da memória, insônia, irritabilidade e agitação.

 

Dr. Jonas Lenzi, ortopedista, especialista em coluna

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Você sabe a diferença entre dor de cabeça e enxaqueca?

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 03 de fevereiro de 2017

 

A cefaleia, conhecida popularmente por dor de cabeça, é um sintoma de que algo está errado. O problema pode estar associado de um simples resfriado até uma meningite. Por serem provocadas por outras doenças são chamadas de cefaleias secundárias. Quando a dor de cabeça aparece como principal ou único sintoma chama-se cefaleia primária. São as dores de cabeça do tipo tensional e a enxaqueca.

A dor de cabeça tensional é o tipo de cefaleia que ocorre com mais frequência. É uma dor de leve a moderada, na maioria das vezes sente-se uma pressão ou aperto em toda a cabeça, podendo durar de uma hora a vários dias. Geralmente o problema é desencadeado por cansaço e estresse emocional.

Já a enxaqueca é uma cefaleia de intensidade moderada a forte, latejante ou pulsátil, na maioria das vezes acompanhada de aversão à luz, barulho, cheiros, tonturas, náuseas e em alguns casos, vômitos. Certas pessoas, antes do início ou durante a crise apresentam sintomas visuais como luzes brilhantes ou embaçamento e perda visual ou até formigamentos no corpo. Essas crises de enxaqueca podem durar de algumas horas a vários dias.

Não se sabe ao certo as causas da enxaqueca, apenas que o problema está relacionado com alterações do cérebro e possuem influência genética. O padrão de crise é sempre o mesmo para cada indivíduo, o que varia é a intensidade. Já o período entre crise, esse sim é variável, porém o gatilho para as crises em enxaqueca variam de pessoa para pessoa, sendo que alguns indivíduos podem não apresentar nenhum gatilho específico. Os gatilhos de enxaqueca mais comuns são:

  • Estresse
  • Jejum prolongado
  • Dormir mais ou menos do que o de costume
  • Mudanças bruscas de temperatura e umidade
  • Perfumes e outros odores muito fortes;
  • Esforço físico;
  • Luzes e sons intensos;
  • Abuso de medicamentos, incluindo analgésicos;
  • Fatores hormonais – Mulheres que sofrem de enxaqueca apresentam crises nas fases pré, durante ou após a menstruação. A chamada enxaqueca menstrual tende a melhorar espontaneamente na menopausa. Algumas mulheres têm as crises aumentadas e ou até mesmo apresentam melhora a partir do momento que iniciam o uso de anticoncepcionais orais.

Quem possui o problema, que acomete mais de 30 milhões de brasileiros, deve ter alguns cuidados e atentar os níveis de estresse, qualidade do sono e manter uma dieta saudável. Estudos apontam que alguns alimentos podem contribuir para desencadear uma crise, dentre eles estão a cafeína em excesso, chocolate, carnes processadas, refrigerantes à base de cola, amendoim, frutas cítricas, glutamato monossódico (tipo de sal usado como intensificador de sabor), vinho tinto, excesso de álcool, alimentos gordurosos, lácteos e que contenham aspartame. Esses cuidados são essenciais para alcançar um bom resultado no tratamento, porém antes de iniciá-lo, é necessário saber se o diagnóstico está correto e qual o fator desencadeante da enxaqueca. No geral, o melhor é evitar esses gatilhos e tomar o medicamento indicado pelo médico quando uma crise aparecer. Os medicamentos para prevenção da enxaqueca incluem neuromoduladores, betabloqueadores, antidepressivos, antivertiginosos. A indicação varia de pessoa para pessoa, por isso, a importância de consultar um especialista.

 

 

Dra. Ester London, neurologista

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Cirurgia metabólica é uma das opções de tratamento para diabetes

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 31 de janeiro de 2017

Procedimento é indicado para o tipo 2, que está relacionado à obesidade

Estima-se que haja cerca de 14 milhões de diabéticos no país ou 12% da população adulta. Dados da Sociedade Brasileira de Diabetes apontam que o Brasil é o quarto país no mundo com maior incidência da doença. A diabetes do tipo 1 corresponde a 10% dos casos e atinge principalmente crianças e adolescentes. Sede, excesso de urina e cansaço são alguns dos sintomas comuns ao problema. Já os outros 90% dos casos são de diabetes tipo 2. Atinge, normalmente, pessoas com mais de 40 anos e está relacionada à obesidade e sedentarismo. Porém, diferente do que ocorre no tipo 1, as pessoas que têm diabetes tipo 2 não costumam apresentar sintomas no início da doença.

A médica endocrinologista Daniele Tokars Zaninelli, que integra a equipe do Centro VITA de Tratamento da Obesidade e Diabetes, do Hospital VITA localizado na BR-116 – Linha Verde Norte, explica que uma das opções para tratar o tipo 2 é a cirurgia metabólica, que tem como objetivo específico tratar e controlar síndromes metabólicas, que têm como principal característica a resistência insulínica.  O procedimento pode ser indicado para o tratamento de pacientes com o problema associado à obesidade grau 2 (IMC entre 35 e 40Kg/m2) com controle inadequado dos níveis glicêmicos apesar do tratamento clínico,  ou à obesidade grau 3 (IMC maior que 40Kg/m2), independente do nível de controle do diabetes.

A especialista conta também que o procedimento deve ser indicado  preferencialmente abaixo dos 60 anos, e em casos de diabetes de início mais recente, pois esses são os pacientes que mais se beneficiarão”, destaca.

Benefícios – A perda de peso leva à melhora do controle metabólico do paciente diabético. Há melhora da sensibilidade à insulina e da função das células beta, com melhora da secreção de insulina pelo pâncreas – lembrando que a insulina é o hormônio responsável pelo controle dos níveis de açúcar no sangue.

“Os pacientes devem estar cientes que é provável que precisem repor vitaminas e minerais por meio do uso de suplementos por toda a sua vida”, destaca. De acordo com a médica, a pessoa necessita manter avaliações periódicas para o controle das glicemias, de complicações crônicas do diabetes e do estado nutricional. “Mesmo pacientes que conseguem ficar sem medicações específicas para o diabetes no pós-operatório deverão ser monitorados para detecção de recidiva da doença ao longo do tempo”, complementa.

A endocrinologista conta que o tratamento cirúrgico não garante a cura do diabetes, mas traz melhora no controle metabólico em uma quantidade expressiva de pacientes, por um período de tempo que não pode ser previsto com exatidão. “Estudos recentes demonstram que, mesmo aqueles que obtiveram melhora do diabetes no pós-operatório, podem voltar a manifestar a doença ao longo do tempo”, revela. A médica conta ainda que quanto maior a perda de peso, maiores serão os benefícios da cirurgia, e por isso os grandes obesos são os que possuem a melhor indicação para esta modalidade terapêutica.

O especialista em cirurgias do aparelho digestivo e bariátrica e membro da equipe do Centro VITA de Tratamento da Obesidade e Diabetes Glauco Afonso Morgenstern, conta que o uso do procedimento para o tratamento da diabetes tipo 2 surgiu após observar-se que ao fazer uma cirurgia bariátrica em pacientes com IMC maior que 35 e portadores do tipo 2, estes apresentavam uma melhora do diabetes logo após o procedimento, geralmente entre três a cinco dias após. “O paciente nem havia perdido peso ainda, e já se observava uma melhora da glicemia (glicose no sangue)”, explica. Segundo ele, os primeiros estudos foram feitos, e mostraram que na verdade existem alterações hormonais que acarretam a melhora do diabetes. Além disso, resulta em melhora de outras alterações metabólicas, como hipertensão arterial e dislipidemia (aumento de colesterol e triglicerídeos). “Não somente a restrição calórica e perda de peso, mas o rearranjo intestinal em algumas técnicas cirúrgicas, como bypass gástrico – principal técnica utilizada no Brasil, na qual é  diminuído o tamanho do estômago e feito um desvio instestinal), estão envolvidos na rápida melhora do diabetes”, explica.

Um dos estudos mais importante, o STAMPEDE, realizado nos Estados Unidos, mostrou ao longo de três anos, os pacientes cirúrgicos exibiram maior redução da hemoglobina glicada  em comparação com pacientes clínicos. Em 2015 foi realizado em Londres um encontro de cirurgiões e endocrinologistas em que ficou claro que a cirurgia apresenta melhores resultados que o tratamento clínico em pacientes selecionados.

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