Especialista dá dicas para evitar abusos gastronômicos nas festas de fim de ano

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 23 de dezembro de 2016

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Nesta época do ano, com as confraternizações com colegas de trabalho, parentes e amigos as pessoas acabam exagerando na ingestão de calorias. Panetones, sobremesas e carnes gordurosas acabam sendo as vilãs dessas reuniões. A médica endocrinologista Daniele Tokars Zaninelli, do Centro VITA de Tratamento da Obesidade e Diabetes, dá algumas dicas para não perder o controle com as guloseimas das festas de fim de ano e manter o peso e a saúde.

Dra. Daniele alerta para o consumo de bebida alcoólica. A médica explica que não é preciso se abster, basta não exagerar, já que se ingerida em excesso, além das calorias, pode causar dor de cabeça e outros sintomas da ressaca. “Deve-se alternar a ingestão com água, para evitar a desidratação causada pelo álcool, já que este promove a perda de água pelo organismo”, explica.

A dica da especialista para evitar o ganho de peso nessa época é fugir do consumo de alimentos com excesso de calorias. Aposte em alimentos ricos em fibras e proteínas, como vegetais e carnes magras. “Nessa época, o ideal é fazer um lanche leve (uma fruta, barra de cereais ou um iogurte, por exemplo) antes de ir a um evento. Pular as entradinhas também ajuda a diminuir o estrago causado pelo excesso nas festas de fim de ano”, recomenda Daniele. De acordo com ela, deixar os carboidratos para o final da refeição e optar por uma pequena porção de sobremesa também ajuda.

A médica destaca que o grande problema das festas de fim de ano é o exagero. “Este é o vilão da saúde e do bem estar. O ideal é saber escolher o que comer e, principalmente, o quanto comer”, ressalta. Segundo Daniele, não é preciso banir os panetones e outros doces que compõem as mesas nas comemorações. “Apesar de serem muito calóricos, não há a necessidade de exclui-los do cardápio. É possível consumi-los, desde que seja moderadamente”, destaca. Além dos doces tradicionais, o consumo de carnes gordurosas também deve ser evitado. O ideal é optar por carnes mais magras, como lombo e chester”, sugere.

Dicas para uma ceia saudável:

  • Ao iniciar sua ceia, opte por uma salada bem colorida e, depois, prepare algum tipo de carne magra com algum acompanhamento como: legumes, arroz ou farofa, de preferência elaborada com vegetais picadinhos, não esquecendo de controlar a quantidade;
  • Escolha carnes brancas sem pele (frango e peru). Dê preferência a carnes grelhadas, assadas ou cozidas;
  • Tempere as saladas com limão ou vinagre balsâmico; e azeite de oliva.
  • Para a sobremesa, dê preferência às frutas.
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Papai Noel leva clima natalino a pacientes da pediatria do VITA Curitiba

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 16 de dezembro de 2016
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Tommy Darcie, da Bumerang Brinquedos; Papai Noel (Augusto Leandro) e o diretor clínico do Hospital VITA, Dr. Luiz Fernando Kubrusly

O espírito do Natal tomou conta do Hospital VITA Curitiba. Pacientes da Pediatria do hospital receberam a visita do Papai Noel. O “bom velhinho”, que não chegou de trenó, e sim de helicóptero, visitou e distribuiu presentes aos pequenos pacientes. A ação integra o programa de Humanização Hospitalar do VITA que, além de contribuir para acelerar o processo de recuperação dos pacientes, estreita o relacionamento entre o hospital, pessoas internadas, familiares e equipe. A iniciativa contou com o apoio da Bumerang Brinquedos e Golden Air Taxi Aereo.

 

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Cistite não combina com febre

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 09 de dezembro de 2016

fig-1703628_1280Ardência, dor em baixo do ventre, sensação de bexiga cheia e vontade intensa e frequente de urinar, sempre em pequenas quantidades, são os sintomas mais comuns da cistite. Entretanto, deve-se ficar atento no caso de aparecimento de febre. O sintoma indica a possibilidade de complicações, como infecções resistentes ao tratamento ou um agravamento do problema.

A cistite resulta de um processo inflamatório na bexiga. Geralmente é causada por infecções bacterianas, porém existem causas raras da doença, como o uso de determinados medicamentos. Alguns fatores podem favorecer o aparecimento da doença, como erros de higiene pessoal, imunidade baixa, alterações anatômicas e disfunções hormonais.

Se não for tratada corretamente, a cistite pode evoluir para “pielonefrite”, um quadro de infecção nos rins, podendo haver a necessidade de troca de antibiótico, a realização de exames complementares mais específicos e até mesmo internação.

Vale destacar, que nas mulheres a cistite é mais frequente em determinados períodos, como na infância, após início da atividade sexual e pós-menopausa. Em qualquer um desses momentos, deve-se evitar a automedicação e sempre procurar orientações médicas.

 

Dr. Ricardo Benvenutti, nefrologista

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Paciente de Curitiba recebe nova técnica de procedimento cardíaco inédito no Sul

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 02 de dezembro de 2016

Implante de válvula mitral via transcateter foi realizado no Hospital VITA

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“Não consigo imaginar que foi uma cirurgia cardíaca”, revela a paciente Sandra Nezgoda, 56 anos, dona de casa e moradora de Ponta Grossa. Há oito anos ela teve problema na válvula aórtica e passou por uma operação com abertura do tórax. Segundo Sandra, se o procedimento de agora, para tratar estenose da válvula mitral, fosse com a mesma técnica do anterior, teria que pensar muito antes de decidir. “Da outra vez, fiquei 19 dias na UTI, não tem comparação entre a cirurgia aberta e esta. No segundo dia já fiz as refeições sozinha”, comemora.

A cirurgia pela qual Sandra passou, foi o primeiro implante transcateter de válvula mitral artificial realizado na região Sul e faz parte do objetivo do Hospital VITA de se transformar em uma instituição de saúde referência em tratamento minimamente invasivo de válvulas cardíacas e aneurisma. “Já fazíamos essa técnica para prótese de válvula aórtica e agora passamos a oferecer aos pacientes esta nova opção de procedimento”, revela o cirurgião cardiovascular e diretor clínico do hospital, Dr. Luiz Fernando Kubrusly.

O médico explica que o coração tem quatro válvulas, estas servem para manter o fluxo sempre na mesma direção, o sangue não pode voltar. Duas válvulas são operadas com muita frequência, a aórtica e a mitral, ambas com cirurgia aberta. São procedimentos que resultam em cortes grandes, nos quais o tórax é aberto e há a necessidade de parada do coração, mediante o uso de uma máquina de circulação artificial.

Ao utilizar a nova técnica, a prótese de válvula mitral é realizada sem abrir o tórax, com implante de cateter. Uma prótese especial é comprimida dentro de um pequeno tubo denominado, o cateter, e posicionado no coração. Em seguida o médico especialista libera a válvula em sua posição correta. Dr. Kubrusly explica que a válvula artificial vem corrugada, toda encolhida, como se fosse um guarda-chuva fechado, quando é posicionada no local correto abre-se a válvula e ela se fixa.

O procedimento é menor que a cirurgia minimamente invasiva (incisão pequena). Nele é feita uma punção embaixo da mama, no tamanho de dois a três dedos, que entre dois ou três meses torna-se imperceptível. “Não há afastamento de tórax e necessidade de colocação de aparelhos, por isso podemos dizer que trata-se de uma cirurgia menor que aquela minimamente invasiva”, detalha.

A intervenção dura em média 45 minutos, enquanto que a cirurgia tradicional leva de três a quatro horas para ser realizada. Além da recuperação ser mais rápida, com um dia de UTI e alta no terceiro dia de internação, o período pós operatório também é mais rápido, no entanto varia de acordo com o paciente. “A pessoa retorna às atividades diárias na medida em que sente que melhor”, conta Kubrusly.

A paciente conta que antes do procedimento tinha pneumonia constantemente, falta de ar, pulmão com líquido e não podia subir escadas, era bem complicado, principalmente porque mora em uma casa de dois andares. “Agora não tenho falta de ar, durmo bem, já estou dirigindo e retornei às atividades domésticas e do cotidiano”, celebra Sandra.

O cirurgião cardiovascular relata que 25% dos pacientes que são hospitalizados, com idade superior a 70 anos, têm doença na válvula mitral. “Um método de tratamento que não seja muito invasivo só irá beneficiar esse grupo, pois têm a saúde mais frágil. É um passo inicial de uma grande revolução no tratamento da válvula mitral, tratar sem abrir o tórax”, conclui Kubrusly.

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