Praticar corrida de rua requer alguns cuidados para evitar lesões

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 12 de Janeiro de 2018

​A prática de corrida da rua está ganhando a preferência dos brasileiros. Pesquisa realizada pelo Ibope revela que o esporte é a atividade preferida de mais de 6 milhões de pessoas que estão em busca de uma vida mais saudável. Mas praticar a atividade requer alguns cuidados.

As lesões ocasionadas pela corrida de rua acontecem principalmente durante os dois primeiros anos da prática do esporte, considerada a fase inicial da atividade. É o momento onde o atleta começa a se conhecer e a experimentar o esporte. Um outro momento de risco para lesões é a mudança de distâncias alvo ou mudança de rendimento, quando saímos da nossa zona de segurança.

A pessoa deve ter paciência, pois é necessário um tempo para construir uma base sólida e se tornar um bom corredor. O médico revela também que a incidência dos problemas causados pela atividade é maior na população feminina. De acordo com a ciência, a mulher quando jovem, principalmente antes dos sete anos de idade, pratica menos atividades esportivas que o homem, gerando menos estímulo para a formação da massa muscular, resistência dos tendões e menor densidade óssea. Além disso, há o fator genético e hormonal envolvidos.

No consultório, vemos uma incidência de lesões  maior em mulheres, acima dos 35 anos, num momento de vida mais estável, por terem um pouco mais tempo aos cuidados com a saúde e às atividades físicas. A pessoa não deve ter pressa em melhorar seu desempenho na atividade. É preciso respeitar a orientação de treino, não basta ter roupas e tênis apropriados e não ter um controle e acompanhamento especializado para avaliar a possibilidade e com qual frequência deve ser realizada a atividade.

É importante, ao sentir dores, não esperar, procurar o quanto antes a avaliação médica ortopédica para que o profissional possa verificar se é uma lesão adaptativa do esporte ou se é algum problema mais grave.

Diferente do que ocorre no futebol, a corrida de rua ocasiona lesões crônicas, as quais iniciam com uma intensidade baixa e aumentam ao longo do tempo. É o caso das tendinites, em especial a que atinge a região lateral do quadril de glúteo e a de Aquiles. Doenças que vão sendo produzidas ao longo do tempo. Outro exemplo é a das fraturas por estresse, resultado da sequência de treinos e provas sem o descanso adequado.

Éé preciso atentar também para o planejamento, fundamental para o bom resultado, sem lesões e frustrações, pois o resultado virá mais rápido e não dependendo de vários fatores, mas sem dúvida alguma o cronômetro e o pace não devem sem os principais adversários. Acompanhando os resultados dos profissionais, vemos claramente que o rendimento ao longo do ano não é homogêneo, existem o cronômetro e o pace e as demais fazem parte do treino. Isso vale para nos amadores também.

Uma dica é que a pessoa pratique dois esportes, um principal e outro secundário, que sejam complementares, como por exemplo: corrida e musculação, pilates ou yoga, que auxiliam na prática da corrida de rua, fazendo com o corredor ganhe mais elasticidade, aumente a força muscular e evite o impacto nas pernas. Isso resulta na construção do corpo saudável ao longo do tempo. Sempre repito aos atletas: menos provas e melhores ciclos de treino, isso faz com que o atleta tenha menos chance de lesões e consiga chegar bem para a prova mais importante. A dor é sempre um sinal de alerta e deve ser investigada.

 

Dr. Luís Antônio Bauer, ortopedista e traumatologista do esporte    

 

TAGS:

COMENTÁRIOS:

Clique para comentar!

Você sabe no que consiste a Litotripsia Extracorpórea?

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 05 de Janeiro de 2018

Litotripsia Extracorpórea por Ondas de Choque (LECO) da marca DORNIER instalada no Hospital VITA Batel

A Litotripsia Extracorpórea por Ondas de Choque (LECO) continua sendo, universalmente, o método de escolha para o tratamento da maioria dos cálculos nos pacientes com calculose urinária dos rins, ureteres e bexiga. A Litotripsia teve início no princípio dos anos 80 e desenvolveu-se tecnicamente e, atualmente permite localização por RX ou Ecografia no mesmo equipamento, tornando o procedimento mais rápido seguro.

O procedimento não é invasivo, com baixíssimo número de complicações, principalmente se o urologista do paciente acompanhá-lo durante e após o procedimento, pois a eliminação dos fragmentos ou a areia formada pela pulverização dar-se-á pelas vias urinárias. A Litotripsia é pouco dolorosa, dependendo do limiar de dor do paciente, do tipo de máquina, da intensidade utilizada (dureza do cálculo) e do número de impulsos.

Analgesia com sedação leve é utilizada nos pacientes que necessitarem, bem como em crianças, a LECO (Litotripsia Extracorpórea por Ondas de Choque) deve ser realizada sob anestesia geral.

A duração de uma sessão de Litotripsia é de cerca de 30 a 40 minutos e o paciente pode exercer sua atividade habitual no mesmo dia, inclusive na maioria dos casos, é recomendável a deambulação e alguns exercícios para auxiliar na eliminação dos fragmentos.

Alguns cálculos não podem ou não devem ser tratados pela LECO, o seu Urologista opinará sobre as possibilidades de sucesso da Litotripsia Extracorpórea ou de outro procedimento endoscópico necessário para o seu tratamento, como os procedimentos minimamente invasivos a LASER.

 

Dr. Paulo de Almeida Rocha, Responsável técnico Urologia VITA Batel – Serviço de Litotripsia e LASER

TAGS:

COMENTÁRIOS:

Clique para comentar!

​​Seminário debate oncologia

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 29 de dezembro de 2017

O Hospital VITA Curitiba promoveu a Semana de Oncologia. A iniciativa, intitulada “Juntos pela mesma causa”, é realizada anualmente com a participação de profissionais da área de saúde e tem a finalidade de promover um debate sobre as doenças oncológicas, tratamentos e pesquisas relacionadas ao problema. Além disso, é uma forma de manter a equipe que atua no atendimento de pacientes oncológicos atualizada.

A história da oncologia, transplante de medula óssea, cirurgias, câncer de mama e de próstata foram alguns dos assuntos abordados. A assistência psicológica, terapia nutricional, protocolos adotados para comunicar diagnósticos aos pacientes e cuidados paliativos também foram alguns dos temas debatidos pelos profissionais convidados.

TAGS:

COMENTÁRIOS:

Clique para comentar!

Festas de fim de ano: não abuse na alimentação

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 22 de dezembro de 2017

Mais um ano que chega ao fim e traz as festas de confraternizações, Natal e Ano-Novo que acabam resultando em excesso de ingestão de calorias. Panetones, sobremesas e carnes gordurosas são as vilãs dessas reuniões. Por isso, é preciso ter cuidado e seguir algumas dicas para não perder o controle com as guloseimas oferecidas nas festas e manter a saúde e o peso.

Consumo de bebida alcoólica – Não é preciso se abster, basta não exagerar, já que se ingerida em excesso, além das calorias, pode causar dor de cabeça e outros sintomas da ressaca. Deve-se alternar a ingestão com água, para evitar a desidratação causada pelo álcool, já que este promove a perda de água pelo organismo.

A dica para evitar o ganho de peso nessa época é fugir do consumo de alimentos com excesso de calorias. Aposte em alimentos ricos em fibras e proteínas, como vegetais e carnes magras. Nesse período, o ideal é fazer um lanche leve (uma fruta, barra de cereais ou um iogurte, por exemplo) antes de ir a um evento. Pular as entradinhas também ajuda a diminuir o estrago causado pelo excesso nas festas de fim de ano. Deixar os carboidratos para o final da refeição e optar por uma pequena porção de sobremesa também ajuda.

O grande problema das festas de fim de ano é o exagero, que é o vilão da saúde e do bem-estar. O ideal é saber escolher o que comer e, principalmente, o quanto comer. Não é preciso banir os panetones e outros doces que compõem as mesas nas comemorações. Apesar de serem muito calóricos, não há a necessidade de excluí-los do cardápio. É possível consumi-los, desde que seja moderadamente. Além dos doces tradicionais, o consumo de carnes gordurosas também deve ser evitado. O ideal é optar por carnes mais magras, como lombo e chester.

Dicas para uma ceia saudável:

  • Ao iniciar sua ceia, opte por uma salada bem colorida e, depois, prepare algum tipo de carne magra com algum acompanhamento como: legumes, arroz ou farofa, de preferência elaborada com vegetais picadinhos, não esquecendo de controlar a quantidade;
  • Escolha carnes brancas sem pele (frango e peru). Dê preferência a carnes grelhadas, assadas ou cozidas;
  • Tempere as saladas com limão ou vinagre balsâmico; e azeite de oliva.
  • Para a sobremesa, dê preferência às frutas.

 

Equipe Centro VITA de Tratamento da Obesidade e Diabetes 

TAGS:

COMENTÁRIOS:

Clique para comentar!