Mantenha a saúde digestiva

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 25 de maio de 2018

Os alimentos ingeridos e o estilo de vida da pessoa estão diretamente ligados à saúde digestiva do indivíduo. Por isso, é necessário seguir algumas dicas para melhorar a digestão, promover o bem-estar e evitar problemas de saúde. Além disso, o bom funcionamento do intestino pode também afastar o câncer colorretal.

Confira algumas dicas:

Controlar o estresse: estresse ou ansiedade podem fazer com que o sistema digestivo trave, pois sua regularidade depende de fatores emocionais. 

Ingerir fibras solúveis e insolúveis: a fibra insolúvel não pode ser digerida pelo organismo e, portanto, ajuda a adicionar volume ao bolo fecal. Já a fibra solúvel atrai a água e ajuda a melhorar a qualidade das fezes. Farelo de trigo, legumes e grãos integrais são boas fontes de fibras insolúveis. Já para obter fibras solúveis, ingira farelo de aveia, nozes, sementes e legumes. 

Manter a hidratação:  beber água ajuda a dissolver gorduras e fibras solúveis, evitando a prisão de ventre. 

Evitar alimentos ricos em gordura: os alimentos gordurosos tendem a prolongar o processo digestivo, tornando este mais propenso à constipação. A proteína é uma parte essencial de uma dieta saudável, mas as carnes gordurosas podem prejudicar a digestão. 

Álcool, café e cigarro: abusar da cafeína, do álcool e fumar pode interferir negativamente no funcionamento do sistema digestivo e levar a problemas como úlceras estomacais e azia. 

Ingerir probióticos: essas bactérias saudáveis naturalmente presentes no trato digestivo mantêm a saúde intestinal em dia. Os probióticos melhoram a absorção de nutrientes, ajudam a fortalecer o sistema imunológico e podem ajudar no tratamento da síndrome do intestino irritável. Iogurte desnatado ou kefir, que têm pouca gordura, são boas opções. 

Praticar atividades físicas regularmente: o exercício físico regular ajuda a manter os alimentos em movimento por meio do sistema digestivo, reduzindo a prisão de ventre. Além disso, as atividades ajudam a manter um peso saudável, o que contribui para a saúde digestiva.

 

Equipe Hospital VITA

 

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Hipotireoidismo afeta mais mulheres que homens

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 18 de maio de 2018

O hipotireoidismo é a disfunção tireoideana mais comum, atingindo cerca de 7 a 12% dos brasileiros (desde as formas mais leves até as mais graves). Pode ocorrer em qualquer idade, em ambos os sexos. Porém, ocorre de 5 a 10 vezes com mais frequência nas mulheres do que nos homens. A falta de tratamento do hipotireoidismo leva a sintomas que podem afetar a qualidade de vida, além de se associar a um aumento na morbimortalidade, principalmente por doenças cardiovasculares.

Com forma bem parecida com a de uma borboleta, a glândula tireoide fica localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo de Adão. É responsável por regular a função de importantes órgãos como coração, cérebro, fígado e rins, e por produzir os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina).

Os hormônios tireoideanos agem em todo o organismo, regulando sua velocidade de funcionamento. Sendo assim, a produção de quantidades insuficientes de hormônio pela tireoide pode levar às mais diversas manifestações, como: alterações do humor, depressão, queda de cabelos, unhas fracas, intestino preso, cansaço excessivo, aumento de peso sem explicação, pele seca, dificuldade de concentração, diminuição da libido.

Os medicamentos usados para o tratamento do hipotireoidismo contém o LT4 sintético, que é idêntico ao principal hormônio produzido pela tireoide. É importante realizar o acompanhamento periódico para adequação da dose utilizada.

Atenção – Doses excessivas de hormônios tireoideanos podem se associar a um aumento no risco de osteoporose, doenças cardiovasculares, arritmias cardíacas e aumento da mortalidade por outras causas, especialmente em idosos. Cuidado com fórmulas para emagrecimento, rejuvenescimento e fadiga, que muitas vezes contém hormônios da tireoide (T3 e T4) em sua composição, pois além de não trazerem benefícios, podem causar sérios danos à saúde.

Quem deve fazer exames para investigar disfunções da tireoide?
Idade acima de 35 anos (repetir a cada 5 anos);
Quem já apresentou alguma alteração nos exames de tireoide;
Aumento de volume da tireoide (bócio);
Histórico de cirurgia da tireoide;
Presença de outras doenças autoimunes como diabetes tipo 1, vitiligo, anemia perniciosa, lúpus e artrite reumatóide;
Histórico familiar de doença tireoidiana ou outra patologia autoimune;
Alteração de exames laboratoriais como: aumento do colesterol, da prolactina ou anemia;
Uso de medicações como lítio e amiodarona;
Presença de apneia do sono;
Mulheres grávidas;
Mulheres pós-menopausa.

 

Endocrinologia Hospital VITA

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É normal perder mais cabelo no frio?

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 11 de maio de 2018

Chamada popularmente de queda de cabelo, a alopecia aumenta durante o período de outono e inverno devido ao aumento da temperatura da água do banho. Além disso, as pessoas tendem a diminuir o número de vezes que lavam os fios e usam com mais frequência secadores, boinas, chapéus, e como consequência disso, aumenta a probabilidade de caspa, fios opacos e sem brilho, ressecamento e queda. Para compensar estas ações, ocorre um abuso no uso de secadores de cabelos, cremes e leave in que podem provocar irritações no couro cabeludo.

Acordar e perceber vários fios no travesseiro, a quantidade de cabelo que cai durante o banho ou ao pentear o cabelo assusta as pessoas. É considerado perder de 100 a 150 fios durante o dia, porém essa quantidade podem aumentar até a 600 fios por dia durante o outono/inverno.

A queda dos fios é parte natural do ciclo de vida dos cabelos. Este ciclo consiste em três fases de: a denominada fase anágena que tem duração de 2 a 4 anos, podendo durar até 8 anos; repouso, também chamada de fase catágena, tem duração média de 3 semanas; e queda, que constitui a fase telógena e tem duração de 3 a 4 meses – chamado de eflúvio telógeno, pode durar de 1 a 3 meses. O termo telógeno refere-se a fase de queda do cabelo, que ocorre quando os fios que já estavam prontos para cair, caem de forma excessiva em vez de caírem aos poucos.

Quantos fios temos?

São os folículos que determinam os mais variados tipos de pelos do corpo, desde a penugem até os do couro cabeludo. Essa quantidade varia de acordo com a idade da pessoa. Entre 20 e 30 anos, a cabeça humana tem, em média, 615 fios por centímetro quadrado – o que equivale a cerca de 150 mil fios. Dos 30 aos 50 anos, o número cai para 485 fios e vai diminuindo lentamente. Por exemplo, uma pessoa com 80 anos, saudável, possui 435 raízes por centímetro quadrado.

Os fios se formam muito cedo, quando o bebê ainda está na barriga da mãe. O recém-nascido tem de 100 mil a 150 mil folículos no couro cabeludo. Cada um produz um fio. Eles não desaparecem com a idade, apenas param de produzir cabelos. Esses números valem para os dois sexos e para todas as etnias. O que varia é a consistência do fio, que pode ser mais grosso ou mais crespo.

Alopecia androgenética  

Há também outro tipo de queda de cabelos, onde não se nota tanto a queda, mas sim os cabelos mais “ralos”. Na alopecia androgenética os fios ficam extremamente finos e o couro cabeludo fica mais visível. Para não ficar na dúvida, é importante procurar um especialista e checar a saúde capilar. As receitas caseiras podem piorar o quadro de queda, por isso, é aconselhável sempre procurar um especialista.

O dermatologista avaliará toda a história clínica e o exame físico, que pode ser complementado com a tricodermatoscopia (exame relativamente simples, não invasivo, realizado com um aparelho chamado dermatoscópio). Em alguns casos o médico poderá solicitar exames laboratoriais: avaliação hormonal, hemograma completo, dosagem de vitaminas e minerais e, em alguns casos, biópsia da pele do couro cabeludo para definir o diagnóstico e o tratamento adequado. O tratamento é composto, basicamente, por medicações via oral e tópicas, shampoos e mesoterapia capilar (injeções intradérmicas aplicadas no couro cabeludo).

 

Dermatologia Hospital VITA

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Lavar as mãos dura menos de um minuto e salva vidas

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 04 de maio de 2018

A simples ação de lavar as mãos não toma muito tempo e é responsável por manter a saúde e evitar mortes. O ato previne conjuntivite, diarreia infecciosa, gripes, infecções respiratórias, Hepatite A e as chamadas infecções hospitalares ou infecções relacionadas aos serviços de saúde.​​

Pesquisas mundiais indicam que 40% das pessoas não lavam as mãos depois de ir ao banheiro. Lavar as mãos reduz em 50% o índice de mortes causadas por diarreia e em 25% as decorrentes de infecções respiratórias. A higiene de mãos é um ato tão importante e significativo em saúde pública como as vacinas e o saneamento básico na capacidade de prevenção de doenças infecciosas transmissíveis.

As mãos devem ser lavadas com água corrente, sabonete líquido e secadas com papel toalha. Segundo ela, a ação mecânica de esfregar as mãos é o que elimina as bactérias. Já a espuma dos sabonetes é responsável por remover a gordura da pele, na qual estão localizados os germes. Quando não há sabonete deve-se lavar apenas com água, esfregando as mãos com os movimentos normais, e na falta de papel toalha, recomenda-se secá-las naturalmente. Usar toalhas de pano ou peças de roupa é proibido, pois contaminam novamente as mãos. Na rua, quando não houver pia ou água, indica-se o uso de álcool em gel, que remove grande parte das bactérias. Já os lenços umedecidos só são eficientes se forem à base de álcool.

Manter as mãos limpas e higienizadas não são cuidados necessários somente para pacientes e para quem trabalha na área de saúde, mas a toda população.

Dicas básicas sobre a forma correta de higienização das mãos e também como proceder quando não há condições ideais para lavar as mãos:

Quando lavar as mãos:

Antes de comer;

Antes e depois de ir ao banheiro;

Sempre que levar a mão ao nariz ou à boca;

E sempre que perceber que estão sujas e necessitarem higienização.

Como higienizar: a higiene correta das mãos é feita com água corrente, sabonete líquido e papel toalha para secar a pele.

Sabonete: fora de casa, é necessário usar sempre sabonete líquido. Se a única opção for utilizar em barra, não use, pois quem lavou as mãos antes deixou bactérias no produto. Nesse caso, esfregue as mãos, seguindo os movimentos que faria com o sabão, lavando apenas com água.

Secagem: as mãos devem ser secadas com material de uso exclusivo, ou seja, toalhas de papel descartáveis. O ar quente, disponível em aparelhos também é eficaz e tem o mesmo efeito da toalha de papel. Outro cuidado importante é fechar a torneira protegendo a mão com o papel.

Sem água: na ausência de pia (ou a presença de uma pia que não oferece condições de higiene), o gel de limpeza de mãos é tão eficiente quanto uma lavagem correta das mãos, já que a maioria contém álcool, que remove boa parte das bactérias.

Os sete passos para lavar as mãos de forma correta e eficaz:

Passar sabonete líquido e água limpa nas mãos;

Esfregar a palma de cada mão e a ponta dos dedos na palma da mão;

Esfregar entre os dedos;

Esfregar o polegar de cada mão;

Lavar o dorso de cada mão;

Lavar também os punhos e secar com uma toalha limpa ou papel toalha;

Usar o papel toalha utilizado para fechar a torneira.

 

Dra. Marta Fragoso, infectologista 

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