Hábito de lavar as mãos é responsável por prevenir doenças e mortes

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 03 de maio de 2019
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Higienizar as mãos é uma atitude que não toma muito tempo e protege contra gripes, conjuntivite, hepatite A, diarreia infecciosa, infecções respiratórias e as chamadas infecções hospitalares ou infecções relacionadas aos serviços de saúde.

Pesquisas mundiais indicam que 40% das pessoas não lavam as mãos depois de ir ao banheiro. Lavar as mãos reduz em 50% o índice de mortes causadas por diarreia e em 25% as decorrentes de infecções respiratórias. A higiene de mãos é um ato tão importante e significativo em saúde pública como as vacinas e o saneamento básico na capacidade de prevenção de doenças infecciosas transmissíveis.

As mãos devem ser lavadas com água corrente, sabonete líquido e secadas com papel toalha. Segundo ela, a ação mecânica de esfregar as mãos é o que elimina as bactérias. Já a espuma dos sabonetes é responsável por remover a gordura da pele, na qual estão localizados os germes. Quando não há sabonete deve-se lavar apenas com água, esfregando as mãos com os movimentos normais, e na falta de papel toalha, recomenda-se secá-las naturalmente. Usar toalhas de pano ou peças de roupa é proibido, pois contaminam novamente as mãos. Na rua, quando não houver pia ou água, indica-se o uso de álcool em gel, que remove grande parte das bactérias. Já os lenços umedecidos só são eficientes se forem à base de álcool.

Manter as mãos limpas e higienizadas não são cuidados necessários somente para pacientes e para quem trabalha na área de saúde, mas a toda população.

Dicas básicas sobre a forma correta de higienização das mãos e como proceder quando não há condições ideais para lavar as mãos

Quando lavar as mãos:

Antes de comer;

Antes e depois de ir ao banheiro;

Sempre que levar a mão ao nariz ou à boca;

E sempre que perceber que estão sujas e necessitarem higienização.

Como higienizar: a higiene correta das mãos é feita com água corrente, sabonete líquido e papel toalha para secar a pele.

(Imagem: Pixabay)

Sabonete: fora de casa, é necessário usar sempre sabonete líquido. Se a única opção for utilizar em barra, não use, pois quem lavou as mãos antes deixou bactérias no produto. Nesse caso, esfregue as mãos, seguindo os movimentos que faria com o sabão, lavando apenas com água.

Secagem: as mãos devem ser secadas com material de uso exclusivo, ou seja, toalhas de papel descartáveis. O ar quente, disponível em aparelhos também é eficaz e tem o mesmo efeito da toalha de papel. Outro cuidado importante é fechar a torneira protegendo a mão com o papel.

Sem água: na ausência de pia (ou a presença de uma pia que não oferece condições de higiene), o gel de limpeza de mãos é tão eficiente quanto uma lavagem correta das mãos, já que a maioria contém álcool, que remove boa parte das bactérias.

Sete passos para lavar as mãos de forma correta e eficaz:

Passar sabonete líquido e água limpa nas mãos;

Esfregar a palma de cada mão e a ponta dos dedos na palma da mão;

Esfregar entre os dedos;

Esfregar o polegar de cada mão;

Lavar o dorso de cada mão;

Lavar também os punhos e secar com uma toalha limpa ou papel toalha;

Usar o papel toalha utilizado para fechar a torneira.

Dra. Marta Fragoso, médica infectologista

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Hipertensão arterial acomete cerca de 30% dos brasileiros

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 26 de abril de 2019
(Imagem Pixabay)

A hipertensão arterial sistêmica, conhecida popularmente como pressão alta ou somente hipertensão, ocorre quando a pressão sanguínea ultrapassa valores fisiológicos em repouso, de forma insidiosa, cronicamente, com valores acima de 130x80mmHg. Esse desajuste progressivo vai deteriorando os nossos centros reguladores da tensão das artérias, que são as estruturas responsáveis por manter as artérias relaxadas ou constritas. Com a perda dessa regulação, aos poucos as artérias se enrijecem, exigindo do coração cada vez mais força para bombear o sangue, e prejudicando o aporte sanguíneo nos rins, olhos, cérebro e no próprio coração.

Dados do Ministério da Saúde apontam que a hipertensão afeta hoje cerca de 40 milhões de brasileiros. De acordo com levantamento realizado pelo órgão 33 % dos adultos são hipertensos e apenas 15% desses indivíduos são diagnosticados, tratados e controlados. Isso acontece porque a hipertensão arterial essencial é de instalação crônica, só manifesta sintomas em fases mais avançadas quando já houve lesão de órgãos-alvo (cérebro, rins, coração).

Muitos pacientes somente reconhecem o quadro na presença de urgências, quando a pressão aumenta a níveis muito elevados, colocando em risco a vida, podendo desencadear acidente vascular cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio, dissecção de aorta entre outras situações de risco. Sintomas como cefaleia, nucalgia, náuseas e vômitos, visão turva ou com pontos cintilantes, dor no peito, tontura e desmaio podem alertar para uma situação mais grave.

Pesquisas apontam que a hipertensão acomete 8% das pessoas com idade entre 18 e 24 anos, contra 50% para a faixa etária acima de 55 anos. Além disso, “a hipertensão arterial acomete mais as mulheres (25,5%) do que os homens (20,7%), e é um dos fatores de risco para infarto do miocárdio, aneurisma, acidente vascular cerebral (AVC), hipertrofia ventricular e miocardiopatia isquêmica, insuficiência cardíaca e renal, problemas estes que são responsáveis por um terço das mortes no Brasil.

Faz parte do processo natural de envelhecimento o enrijecimento das artérias, portanto ao envelhecer todos teremos algum aumento da pressão, o que não significa que chegará obrigatoriamente a valores patológicos. Porém, algumas pessoas, mesmo mais jovens, apresentam maior predisposição genética para desenvolver a hipertensão, o que, associado aos fatores externos como: estresse, má alimentação, sedentarismo, tabagismo, obesidade, e presença de outras doenças que influenciam no controle da pressão de maneira indireta e que precisam de diagnóstico e tratamento,  a hipertensão pode ter seu desenvolvimento acelerado.

Por isso, para monitorar o valor da pressão arterial, recomenda-se realizar a aferição mínima pelo menos uma vez ao ano para população geral, e com maior frequência em portadores de comorbidades cardiovasculares e metabólicas.

Uma vez diagnosticado, deverá ser estratificado o estágio e risco do paciente, de forma individualizada, para assim traçar o plano de tratamento. Medidas não farmacológicas como atividade física regular, dieta balanceada rica em verduras, cessação do tabagismo, emagrecimento, redução da carga de estresse são indicadas em associação aos medicamentos. Há diferentes classes de anti-hipertensivos disponíveis, e o tratamento depende do perfil clínico do paciente e da presença de outras comorbidades, como diabetes, dislipidemia, hipotireoidismo, doença renal crônica, entre outras.

Fatores de risco para desenvolver hipertensão arterial:

– Tabagismo

– Colesterol e triglicérides elevados;

– Diabetes;

– Excesso de peso e obesidade;

– Fatores genéticos;

– Idade (com o envelhecimento naturalmente há o enrijecimento das artérias);

– Excesso de consumo de sal – a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que não ultrapasse a quantidade de 2g de sódio por dia, o que representa o máximo de 5g de sal/pessoa/dia;

– Etnia (maior gravidade em afrodescendentes);

– Sedentarismo,

– Estresse

Dicas de prevenção e controle:

– Aferir a pressão arterial periodicamente, conforme orientação do médico;

– Praticar atividades físicas regular;

– Evitar o sobrepeso e obesidade;

– Optar por uma alimentação balanceada e saudável – ingerir mais frutas, verduras e legumes e preferir alimentos com pouco sal e que não sejam fritos;

– Reduzir ou, se possível, evitar o consumo de álcool;

– Não fumar;

– Evitar o estresse. Dedicar um tempo à família, aos amigos e ao lazer;

– Não abandonar o acompanhamento médico, pois o tratamento é para a vida toda;

– Seguir as orientações médicas.


Dra. Julyana Zaninelli Maiolino, cardiologista

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Cálcio: um aliado contra a osteoporose

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 19 de abril de 2019
(Imagem: Pixabay)

O cálcio é um mineral essencial para a saúde dos ossos, dentes, músculos, nervos e bem-estar geral do corpo humano. Sua ausência ou uma dieta com baixa ingestão é um fator de risco para a ocorrência da osteoporose, doença em que a densidade e a qualidade dos ossos é reduzida, causando o enfraquecimento do esqueleto e, por consequência, o aumento do risco de fraturas.

A osteoporose é considerada o segundo maior problema de saúde mundial, por ser a principal causa de fraturas em idosos, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares. Cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil, direta ou indiretamente, em decorrência dessas fraturas. “Mesmo após uma fratura osteoporótica, o diagnóstico da doença acaba não sendo feito e o paciente não é encaminhado para tratamento.

O cálcio ainda atua na contração e relaxamento muscular, regula inclusive os batimentos cardíacos. O mineral também está envolvido em outros importantes processos como na coagulação sanguínea, ativação de enzimas responsáveis pela digestão de gorduras e metabolismo de proteínas, bem como na regulação e transmissão de impulsos nervosos.

O nutriente é encontrado em abundância no leite e demais produtos lácteos, como queijos e iogurtes. Além disso, nozes, amêndoas, sementes, leguminosas e proteína da soja são boas fontes de cálcio.

A falta ou o excesso de cálcio pode ser fatal. Sua concentração sanguínea é regulada fortemente pelo hormônio das glândulas paratireoides, o PTH. Discretas alterações da concentração de cálcio cursam com liberação do PTH, que é responsável por manter equilíbrio deste mineral através da absorção do cálcio depositado no osso. Em situações de carência prolongada desse nutriente, o osso fica depletado por esse processo, o que o deixa mais frágil.

Sintomas da osteoporose

É uma doença silenciosa, que dificilmente dá qualquer tipo de sintoma. Costuma se manifestar por fraturas com pouco ou nenhum trauma, mais frequentemente no punho, fêmur e coluna. Outros sintomas podem surgir em decorrência das fraturas, como dor musculoesquelética, diminuição progressiva de estatura e deformidades ósseas com encurvamento da coluna tipo corcunda.

Diagnóstico

O ideal é que sejam feitos exames de rastreamento para que a osteoporose seja diagnosticada a tempo de se evitar as fraturas. Infelizmente, na maioria das vezes, a pessoa irá sofrer uma fratura antes de se dar conta da presença da osteoporose. Isso ocorre porque a doença não dá sintomas perceptíveis.

O principal método para diagnosticar essa patologia, tanto precocemente quanto após uma fratura, é a densitometria óssea – exame de imagem que mede a densidade do osso e reflete a atual situação do local estudado. Além da densitometria, o médico pode pedir exames para investigar outras possíveis doenças que podem causar a osteoporose, assim como radiografias e outras imagens para diagnóstico de fraturas e complicações.

Quem pode ter osteoporose

O problema atinge homens e mulheres, com predomínio do sexo feminino e indivíduos idosos. As mulheres brancas na pós-menopausa apresentam maior incidência de fraturas pois a falta do hormônio feminino, o estrogênio, diminui a formação óssea. Este fato torna os ossos porosos como uma esponja.

Principais fatores de risco para desenvolver osteoporose

Ser do sexo feminino;

História prévia de fratura por trauma mínimo;

Raça asiática ou branca;

Idade avançada em ambos os sexos;

Histórico familiar de osteoporose;

Vida sedentária;

Baixa ingestão de cálcio e vitamina D;

Fumar ou ingerir bebida alcoólica em excesso;

Imobilização prolongada;

Baixo peso corporal;

Medicamentos, como anticonvulsivantes, hormônio tireoideano, corticóides, lítio e metotrexato;

Doenças crônicas.

É necessário ficar atento aos fatores de risco demonstrados acima. Na presença de algum deles, a pessoa deve agendar uma consulta com um profissional especializado na doença. Por meio da identificação dos fatores de risco, avaliação e exame clínicos detalhados, o médico poderá estimar o risco para osteoporose e, consequentemente, fraturas.

Tratamento

Existem tratamentos eficazes e simples de serem realizados, que têm como objetivo retardar ou interromper a perda óssea, prevenir fraturas e controlar a dor. A escolha do tratamento deve ser individualizada.

Prevenção

O risco de desenvolver a osteoporose pode ser reduzido quando algumas medidas como uma alimentação rica em cálcio e o aporte adequado de vitamina D forem proporcionados ao longo da vida. A realização de exercícios físicos regulares, de resistência, para fortalecimento muscular reduz o risco de quedas e fraturas, além de promover um modesto aumento da densidade óssea. Além das atividades físicas, segundo o ortopedista, uma estratégia de prevenção deve incluir a revisão de medicamentos psicoativos e outros associados ao risco de quedas, avaliação de problemas neurológicos, correção de distúrbios visuais e auditivos e medidas de segurança ambiental conforme protocolos de prevenção de quedas. Por fim, hábitos como tabagismo e etilismo devem ser rigorosamente desencorajados.

Principais sinais e sintomas da deficiência de cálcio

Dentes frágeis, unhas fracas e quebradiças, queda de cabelo, pele seca com descamação e rachadura, câimbras, taquicardia, formigamento, contrações musculares contínuas, diminuição da memória, insônia, irritabilidade e agitação.


Dr. Jonas Lenzi, ortopedista

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Número de cirurgias para obesidade aumenta no Brasil

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 12 de abril de 2019

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Cada vez mais a população tem buscado o auxílio de procedimentos bariátricos para tratar a obesidade. Levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) apontou que o número de cirurgias bariátricas realizadas entre os anos de 2012 e 2017 aumentou 46,7%.

O estudo da SBCBM também mostrou que a população apta a cirurgia bariátrica no Brasil é de 4,9 milhões de pessoas. Indivíduos com diabetes mellitus Tipo 2 (DM2), com índice de massa corporal (IMC) entre 30 Kg/m2 a 35 Kg/m2, e ausência de resposta ao tratamento clínico podem ter indicação para o procedimento. Pacientes com IMC maior que 35, com doenças associadas a obesidade ou acima de 40, considerada obesidade mórbida, também são elegíveis ao procedimento.

A obesidade acomete 18,9% dos brasileiros e o sobrepeso atinge 54%, ou seja, mais da metade da população. Estudos apontam que, entre os jovens, a obesidade aumentou 110% no período de 2007 a 2017. Esse índice foi quase o dobro da média nas demais faixas etárias (60%).

No mesmo período, o sobrepeso teve um aumento de 26,8%. A alteração foi maior também entre os mais jovens (56%), seguidos pelas faixas de 25 a 34 anos (33%), 35 a 44 anos (25%) e 65 anos ou mais (14%). O Brasil é considerado o segundo país do mundo em número de cirurgias bariátricas realizadas e as mulheres representam 75% dos pacientes.

Apesar do índice de obesidade ser semelhante entre mulheres (19,6%) e homens (18,1%), de acordo com o relatório VIGITEL do Ministério da Saúde, o número de mulheres que procuram pelo procedimento no Brasil é superior ao dos homens. Dados da SBCBM revelam que das 105.642 cirurgias bariátricas realizadas em 2017 no País, 75% foram em mulheres.

A obesidade é uma doença grave e está relacionada a muitas outras doenças, como diabetes tipo 2, apneia do sono, hipertensão arterial, dificuldade respiratória e doenças cardiovasculares são alguns dos problemas que acometem os obesos. Portanto, não se trata de uma questão estética, ela não só prejudica a qualidade de vida do paciente como também reduz sua expectativa de vida.

O indivíduo obeso tem risco maior de morte cardiovascular do que a população em geral e quanto mais ele espera pela cirurgia, maior a chance de complicações associadas, como quadros de hipertensão, enfarte e derrames.

Quem pode passar pelo procedimento bariátrico –  Não é qualquer pessoa obesa que pode ser submetida a uma cirurgia bariátrica e que é necessário seguir um protocolo internacional para a indicação deste procedimento. A pessoa precisa ter IMC acima de 40 ou IMC de 35 a 40, mas, neste caso, com doenças causadas pela obesidade. Além disso, precisa comprovar que já tentou, por pelo menos dois anos, emagrecer com outros tipos de tratamento. Fora isso, é preciso o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, formada pelo cirurgião, nutricionista, endocrinologista e psicólogo, entre outros profissionais envolvidos.

Uma pessoa é considerada obesa quando seu IMC (Índice de Massa Corpórea) é superior a 30. No Brasil, há 39,2 milhões de pessoas nessa situação. Em 2006, eram 21,5 milhões e em 10 anos o número de obesos cresceu 60%. Já o sobrepeso (acima de IMC 25) atinge 111,7 milhões de pessoas.

Tipos de procedimentos – As cirurgias bariátricas estão divididas em três técnicas: restritivas, aquelas que reduzem a capacidade do estômago, isto é, fazem o paciente comer menos, sem mexer no intestino, chamada de sleeve gástrico; disabsortivas, que realizam um desvio do intestino; e mistas que combinam a restrição, ou seja, a redução da capacidade gástrica com o desvio do intestino, denominada de bypass gástrico ou cirurgia de Capella, que ainda é a mais executada no Brasil, na qual o estômago fica com uma capacidade em torno de 50 ml e ocorre um desvio do intestino delgado em torno de 1,5 a 2 metros. 

Além disso, existe a cirurgia metabólica, que é realizada no Brasil desde 2017, e passou a ser indicada como opção no tratamento  de diabetes mellitus Tipo 2 (DM2) para pacientes que possuem IMC entre 30 Kg/m2 a 35 Kg/m2. O procedimento tem o objetivo específico de tratar e controlar síndromes metabólicas, que têm como principal característica a resistência insulínica.  O procedimento pode ser indicado para o tratamento de pacientes com o problema associado à obesidade grau 2 (IMC entre 35 e 40Kg/m2) com controle inadequado dos níveis glicêmicos apesar do tratamento clínico,  ou à obesidade grau 3 (IMC maior que 40Kg/m2), independente do nível de controle do diabetes.

A intervenção provoca perda de peso levando à melhora do controle metabólico do paciente diabético. Há melhora da sensibilidade à insulina e da função das células beta, com melhora da secreção de insulina pelo pâncreas (lembrando que a insulina é o hormônio responsável pelo controle dos níveis de açúcar no sangue).

Reconhecimento internacional – A unidade do Hospital VITA, localizada no bairro Batel, em Curitiba, possui certificação de qualidade em cirurgia bariátrica conferida pelo Surgical Review Corporation (SRC). Trata-se da mais importante empresa ligada a certificações de qualidade em cirurgia bariátrica do mundo. “Esta chancela garante que o Hospital apresenta todas os predicados envolvendo qualidade e segurança assistencial para os pacientes que necessitem destes procedimentos”, explica o superintendente médico. O reconhecimento torna o VITA Batel uma referência em tratamento cirúrgico da obesidade não somente no Brasil, mas no mundo e demonstra a importância que o Hospital dá ao quesito qualidade.

Doenças relacionadas à obesidade: diabetes tipo 2, apneia do sono, hipertensão arterial, dislipidemia, doença coronária, osteoartrites, doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio, angina, insuficiência cardíaca congestiva, acidente vascular cerebral, hipertensão e fibrilação atrial, cardiomiopatia dilatada, cor pulmonale e síndrome de hipoventilação), asma grave não controlada, osteoartroses, hérnias discais, refluxo gastroesofageano com indicação cirúrgica, colecistopatia calculosa, pancreatites agudas de repetição, esteatose hepática, incontinência urinária de esforço na mulher, infertilidade masculina e feminina, disfunção erétil, síndrome dos ovários policísticos, veias varicosas e doença hemorroidária, hipertensão intracraniana idiopática, estigmatização social e depressão.

Dr. Gustavo Justo Schulz, cirurgião do aparelho digestivo

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