Cirurgia bariátrica: 90% dos pacientes que realizam o procedimento necessitam fazer plástica reparadora

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 22 de setembro de 2017
Excesso de pele é problema recorrente entre as pessoas  que passam pela redução de estômago
Cerca de 90% dos pacientes que realizam cirurgia bariátrica para tratamento da obesidade necessitam passar por plástica reparadora. Ao contrário do que se pensa, não se trata de um procedimento estético. O que ocorre é que ao perder grande quantidade de peso os pacientes acumulam pele na barriga, braços e em outras áreas do corpo. Esse excesso pode se tornar um problema, já que é responsável por desencadear uma série de doenças como dermatites, infecções e até mesmo assaduras. Além disso, a cirurgia melhora a forma e o tônus do tecido subjacente e remove o acúmulo de gordura e flacidez da pele, o que resulta em uma aparência corporal com contornos mais suaves.
Com as cirurgias bariátricas, chega-se a perder de 40 a 50% do peso e a plástica reparadora é essencial para se restabelecer a qualidade de vida. A pele corresponde a 16% do peso corporal e tem funções térmica, de defesa orgânica e de proteção, o que a torna essencial para a sobrevivência do corpo humano.
A cirurgia plástica é indicada quando a estabilização da perda de peso é atingida, o que ocorre geralmente 18 meses após a realização do procedimento. Nesta ocasião o paciente deve estar com índice de massa corporal (IMC) próximo aos valores desejados e saudável, isto é, sem sinais de anemia ou desnutrição.
As principais cirurgias realizadas no ex-obeso, tanto em mulheres quanto em homens, são a abdominoplastia (cirurgia plástica do abdômen), a mamoplastia (cirurgia para erguer ou diminuir as mamas), a coxoplastia (retirada de excesso de pele e gordura das coxas) e a braquioplastia (cirurgia para corrigir a flacidez dos braços). Além disso, eventualmente, o paciente pode precisar ainda de cirurgias para tratar a flacidez no dorso, e o excesso de pele nas pálpebras, face e região íntima.
Procedimentos associados
Quando o procedimento é realizado em uma área menor, pode existir a possibilidade de fazer duas correções de uma só vez como, por exemplo, mama e braço. São chamadas de associadas, já que estão no mesmo segmento corporal e apresentam uma recuperação parecida. A associação de cirurgias (como abdômen e coxa, mama e braço), vai depender de condições técnicas e do quadro clínico do paciente (doenças associadas, idade, risco de trombose, entre outros problemas) e deve ser cuidadosamente analisada. O intervalo para realização de uma plástica e outra é de cerca de seis meses.
Guilherme Roça, cirurgião plástico 
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VITA Batel recebe certificação internacional diamante

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 15 de setembro de 2017

Metodologia QMentum avalia critérios que envolvem a segurança assistencial

O Hospital VITA localizado no Batel acaba de receber uma nova Certificação de Acreditação Internacional Canadense. Desta vez o reconhecimento foi realizado pela metodologia QMentum, que avalia a excelência em gestão e, principalmente, a assistência segura ao paciente. A unidade, que desde 2004 atende à população paranaense, foi qualificada na categoria diamante.

O procedimento tem um caráter educativo, tendo como foco a melhoria contínua, sem a necessidade de fiscalização ou controle oficial, e assegurando aos profissionais e usuários a qualidade dos processos do hospital.

​A​ avaliação realizada neste ano utilizou a metodologia QMentum International, uma evolução da gestão da qualidade assistencial. “Esse formato oferece ainda mais segurança a pacientes e colaboradores e avalia todos os critérios que envolvem segurança assistencial, desde a internação até a alta do paciente”, relata Neidamar Fugaça, superintendente do VITA em Curitiba.

Além de entrevistar os gestores, como já é de rotina, os representantes da instituição canadense conversaram também com colaboradores e clientes, o que possibilita aprofundar e verificar os resultados na prática. Neidamar explica que os itens avaliados cumpriram as determinações da QMentum e o hospital foi aprovado com excelência.  “Isso é fruto de um trabalho integrado que envolve todas as áreas e colaboradores do VITA Batel. Nossa equipe está de parabéns, afinal, fazemos parte de uma lista seleta de hospitais brasileiros”, destaca.

Sobre a QMentum International – A metodologia internacional de excelência orienta e monitora padrões de alta performance em qualidade e segurança. Para tanto, utiliza critérios internacionais com validação mundial. No Brasil, a Accreditation Canada desenhou uma joint venture com o Instituto Qualisa de Gestão (IQG) para implantação e manutenção dessa metodologia internacional. O IQG é a empresa líder do mercado de certificação e implementação de programas de gestão de qualidade do segmento saúde.

A Accreditation Canada abre caminho às instituições de saúde brasileiras para buscar seu posicionamento em par de igualdade com as melhores instituições internacionais e cria oportunidades únicas de troca de benchmarking.

As inovações da metodologia QMentum International estão na utilização de novas ferramentas de avaliação para o fechamento do juízo de valor. Toda a metodologia está alinhada aos princípios da Governança Clínica. Ela possibilita o acompanhamento dos indicadores de desempenho e de resultados por meio de uma plataforma customizada. Orientações de especialistas internacionais dão suporte à metodologia e garantem um processo contínuo de melhorias e introdução de inovações.

​​Neidamar Fugaça, superintendente

Dr. Rodrigo Garcia, coordenador médico do Pronto-Socorro; Neidamar Fugaça, superintendente; e Dr. Gustavo Justo Schulz, gerente médico do VITA Batel​

Parte da equipe celebra a conquista

Fotos: Divulgação

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VITA renova selo que atesta segurança ao paciente

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 01 de setembro de 2017

As unidades do Hospital VITA, localizadas em Curitiba – na Linha Verde Norte e no Batel, acabam de receber a renovação do selo de participação no Programa Brasileiro de Segurança do Paciente. Trata-se de uma comunidade formada por 180 instituições de saúde que têm como objetivo assumir o papel de multiplicadores das boas práticas e da cultura da segurança, além de melhorar os cuidados de saúde.

O programa é reconhecido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a entidade gestora é o IQG – Instituto Qualisa de Gestão (Health Services Accreditation). O instituto coordena a iniciativa junto com organizações mundiais como o Institute for Healthcare Improvement (IHI), Canadian Patient Safety Institute (CPSI), Patient Safety Crosswalk, Accreditation Canadá e visa desenvolver o tema segurança do paciente nas organizações de saúde e sociedade.

A comunidade de líderes tem o compromisso de mudar a forma de prestar cuidados de saúde. As instituições multiplicadoras visam criar melhorias inovadoras de qualidade e segurança do paciente, trocar indicadores e apoiar tecnicamente os outros hospitais participantes. “Cada multiplicador torna-se referência de outras cinco instituições integrantes, criando um verdadeiro mini-network dentro da rede global do PBSP, concedendo ao programa uma estrutura piramidal e descentralizada”, explica a médica infectologista Marta Fragoso, coordenadora do Núcleo de Gestão de Segurança Assistencial do Hospital VITA em Curitiba.

As duas unidades VITA de Curitiba, que são pioneiras no Paraná em integrar o grupo do PBSP, enviam dados de benchmarking em protocolos de segurança do paciente, participando de educação continuada em melhores práticas assistenciais, compartilhando experiências de sucesso com outras instituições.

 

 

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Nicotina chega ao cérebro mais rápido que a cocaína

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 25 de agosto de 2017

Dia Nacional de Combate ao Fumo alerta sobre os riscos do tabagismo

Em 29 de agosto é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. A data, instituída em 1986, foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de conscientizar e mobilizar a população sobre os riscos decorrentes do uso do cigarro. “Diariamente, no mundo, cerca de 16 mil pessoas morrem devido ao tabagismo. E mais 8 milhões de indivíduos irão a óbito até 2018 se o número de fumantes continuar o mesmo.

O cigarro é responsável por uma série de problemas de saúde e é fator determinante das duas maiores causas de morte por doença em todo o mundo: problemas cardiovasculares e câncer. Estudos apontam que existem 56 doenças relacionadas ao tabagismo. Cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão, 30% dos demais tipos de câncer, 85% das doenças pulmonares obstrutivas crônicas, 45% das doenças coronarianas e 25% das doenças cérebros-vasculares são atribuídas ao hábito.

O tabagismo é uma doença e segundo a OMS é classificada como dependência da droga nicotina, presente em qualquer derivado do tabaco: cigarro, cigarrilha, charuto, cachimbo, cigarro de palha, fumo de rolo ou narguilé. A substância provoca dependência e chega ao cérebro mais rápido que a cocaína, entre 7 e 19 segundos, liberando substâncias químicas para a corrente sanguínea que levam a uma sensação de prazer e bem-estar. Essa sensação faz com que os fumantes usem o cigarro várias vezes ao dia. Por sentir prazer, a pessoa busca o cigarro em situações de estresse para relaxar.

Em cada tragada são inaladas 4.700 substâncias tóxicas, dentre elas, além da nicotina, destacam-se o monóxido de carbono e o alcatrão. O monóxido de carbono (CO) – o mesmo que sai do cano de escapamento dos carros – associado à hemoglobina do sangue (responsável pelo transporte de oxigênio) acaba reduzindo a oxigenação sanguínea no corpo. É por causa da ação do CO que alguns fumantes ficam com dores de cabeça após passar várias horas longe do cigarro. No período de abstinência o nível de oxigênio circulando pelo corpo volta ao normal e o organismo da pessoa, que não está mais acostumado a esse “excesso”, reage por meio das dores de cabeça. Já o alcatrão reúne vários produtos cancerígenos, como polônio, chumbo e arsênio.

Curitiba – É a capital com maior índice de adultos fumantes no Brasil. O dado foi divulgado em pesquisa realizada pelo Vigitel, sistema de vigilância por inquérito telefônico do Ministério da Saúde que investiga hábitos de vida e fatores de risco de doenças crônicas. De acordo com o levantamento, 14% da população que vive na cidade (cerca de 265.160 pessoas) tem o hábito do tabagismo. Na análise anterior, feita em 2015, a capital paranaense ocupava a quarta colocação no ranking  nacional. Agora está a frente de Porto Alegre (13,6%) e São Paulo (13,2%).

Tratamento – Atualmente há métodos específicos e eficazes para tratar o tabagismo, como medicamentos, adesivos e chicletes que contêm nicotina. O tratamento medicamentoso consiste na diminuição dos sintomas de abstinência, os adesivos fazem a liberação lenta de nicotina e concomitantemente o paciente pode mascar e absorver a nicotina liberada.

 

Dr.Marcos Chesi, cirurgião torácico

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