Câncer de mama: importante tocar neste assunto

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 12 de outubro de 2018

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O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação das pessoas, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional de alerta e prevenção do câncer de mama.

A campanha Outubro Rosa divulga em todo o mundo a importância do autoexame, alerta sobre a necessidade de as mulheres realizarem exames preventivos e traz também novos dados para a população sobre o câncer de mama. A doença é o segundo tipo de tumor mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres (o primeiro é o câncer de pele não melanoma). O câncer de mama tem grandes possibilidades de cura quando detectado precocemente pela mamografia, que deve ser feita todos os anos.

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal nas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.

Imagem Pixabay

Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.

Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas.

Mulheres com risco elevado para câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco para decidir a conduta a ser adotada.

Estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que 30% dos casos de câncer de mama poderiam ser evitados com mudanças de hábitos alimentares e práticas saudáveis. Dentre elas estão a alimentação adequada, a prática de atividade física regular, manutenção do peso, não fumar e não consumir bebidas alcoólicas.

 

Sinais e sintomas

É importante que as mulheres observem as mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.
Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
Alterações no bico do peito (mamilo);
Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
Saída espontânea de líquido dos mamilos
As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama.

 

Serviço de Oncologia Hospital VITA

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Cuidado paliativo ameniza sofrimento de pacientes  

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 05 de outubro de 2018

(Imagem_Pixabay)

Conjunto de práticas de assistência visa diminuir sofrimento de doentes terminais

Se existe um tema que causa desconforto em muitas pessoas é a morte. Seja pelo valor que se dá à vida ou pela tristeza que a perda de um ente querido provoca. O fato é que não se fala e não se cuida do fim de vida. Mesmo que a cada dia todos nós estejamos morrendo, e nada se possa fazer para evitar o fim.

Esse pensamento de imortalidade é um dos resultados da ciência médica moderna, que visa a qualquer custo manter a vida, mesmo que seja de forma indigna, com sofrimento e sob circunstâncias extremas, o que gera na população uma falsa impressão de que morrer é errado ou evitável. Ledo engano que acentua a morte de má qualidade, com dor, isolamento, sofrimento, bem longe do que se imagina e deseja sob qualquer circunstância de vida ou de morte.

Segundo o índice de qualidade de morte de 2015, da Economist Intelligence Unit, o Brasil está em 42° lugar, em um grupo de 80 países avaliados. Na América Latina, o Chile ficou em 27° lugar, a Argentina em 32°, o Uruguai em 39° e o Equador na 40ª colocação. Estes números demonstram o quanto temos que melhorar, para ofertar uma qualidade de morte adequada para a nossa população.

Para isso, existe uma corrente de cuidado integral dentro da medicina que privilegia a assistência protetiva ao paciente e seus familiares que estejam vivenciando uma doença que não apresenta possibilidades de cura: cuidados paliativos.

A palavra paliativo deriva do latim pallium, que significa o manto que protegia os cavaleiros das intempéries durante as Cruzadas. Uma filosofia ainda pouco compreendida nos dias atuais, embora muito necessitada pela área de assistência em saúde, que segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), se refere a melhora da qualidade de vida de pacientes e familiares que estejam vivenciando uma doença que ameace a vida.

Trata-se de um conjunto de práticas de assistência que visa aliviar e prevenir o sofrimento físico, psíquico, social e espiritual, respeitando o paciente e principalmente sua autonomia diante da doença, e é um fato raro na medicina praticada na atualidade. Em essência é uma filosofia que privilegia o conforto individual de cada ser humano, privilegiando as necessidades que cada um possui diante de uma doença incurável.

Essa prática de assistência integral e humanizada está sendo aplicada no dia-a-dia do cuidado aos pacientes. Por meio de uma equipe interdisciplinar, composta pela assistência médica, psicológica, fonoaudiológica, fisioterápica, farmacêutica e de enfermagem, propicia um cuidado intensivo aos pacientes clínicos e oncológicos durante o internamento e nos atendimentos ambulatoriais.

O serviço de cuidados paliativos preconiza melhorar a qualidade de vida da população de Curitiba de forma humanizada, com responsabilidade e dedicação, proporcionando uma assistência diferenciada para o paciente e seus familiares, durante esta fase mais complicada.

 

Dr. Thiago Bobato, coordenador da comissão de cuidados paliativos do Hospital VITA.

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 Artrose de quadril, um risco à qualidade de vida da população que pode resultar em cirurgia

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 28 de setembro de 2018

Dr. Christiano Saliba Uliana (Divulgação)

A artrose é o desgaste das cartilagens que revestem a articulação. No caso do quadril, a superfície do fêmur e da bacia sofrem uma degeneração que pode causar dores frequentes e limitação dos movimentos. Essas são as queixas mais comuns de quem sofre de artrose do quadril. O problema é mais comum em idosos, mas pode acometer pessoas de qualquer idade.

Quando a doença é precoce, na fase inicial, geralmente os pacientes melhoram com medidas de fortalecimento muscular e medicação analgésica. Porém nos casos mais avançados (a artrose é uma doença progressiva), pode ser necessária uma prótese do quadril.

Quando comparada a outros procedimentos médico-cirúrgicos, a cirurgia de prótese do quadril é uma das modalidades que trazem maior benefício aos pacientes. Isso acontece porque a prótese substitui a articulação doente, eliminando todos os focos que podem originar dores. Além da vantagem de resolver a dor do paciente, a prótese permite que os movimentos que o paciente perdeu com o passar do tempo sejam progressivamente retomados.

Atualmente, depois de vários anos de estudo com foco no desenvolvimento dos materiais que compõem as próteses, os implantes mais utilizados são compostos de metal, cerâmica ou polietileno. Cada tipo de prótese tem uma indicação específica, baseada principalmente na idade e nível de atividade física de cada pessoa. Em outras palavras, não existe um tipo de prótese “ideal”, que atenda às necessidades de todas as pessoas. A escolha deve ser individualizada para cada paciente.

Após a cirurgia da prótese, permite-se que o paciente caminhe com auxílio de algum apoio, que na maioria das vezes é um andador. A fisioterapia deve ser iniciada de forma precoce, para que o paciente ganhe força muscular, equilíbrio e mobilidade desde os primeiros dias pós-operatório. Em média três meses após a colocação da prótese, a maioria dos pacientes caminha sem mancar e sem auxílio de apoio.

Como toda cirurgia, é necessário ressaltar que o procedimento envolve alguns riscos, como infecção, luxação, fratura, trombose e outros. Por isso, recomenda-se que a cirurgia seja realizada por especialista em cirurgia do quadril e hospitais que tenham estrutura para realização de procedimentos de grande porte.

 

Dr. Christiano Saliba Uliana, médico ortopedista especialista em quadril e trauma ortopédico.

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Bate, bate, bate, coração

Hospital VITA
Postado por Hospital VITA - 21 de setembro de 2018

(Imagem: Pixabay)

Em setembro é celebrado o Dia do Coração. A data tem a finalidade de alerta à população para ter hábitos saudáveis e cuidar diariamente do órgão.

Você sabia?
Pesquisas apontam a importância da saúde bucal para a prevenção de doenças do coração. Um estudo da University College London com 11 mil adultos concluiu que pessoas que escovam os dentes menos de duas vezes por dia apresentam risco 70% maior de desenvolver problemas cardíacos.

Infarto do miocárdio
Conhecido popularmente como “enfarte”, “infarto do coração” e “ataque cardíaco”, o infarto agudo no miocárdio (músculo) ocorre quando o miocárdio sofre isquemia (não recebe oxigênio em quantidades suficientes).

Quais os principais grupos e fatores de riscos?
Pessoas com histórico familiar, fumantes, diabéticos, hipertensos, idosos, obesos ou com colesterol estão entre os maiores grupos de risco. No entanto, condições de vida e ambientais, como estresse, sedentarismo, fatores emocionais e má alimentação, também podem contribuir para tornar homens e mulheres vulneráveis.

O que fazer?
Ao sentir qualquer um dos sintomas citados acima procure imediatamente seu médico ou o atendimento emergencial em hospital que possua Unidade de Dor Torácica. Este local estará capacitado para diagnosticar, pois possui cardiologistas de plantão 24 horas e fará os exames necessários, que são fundamentais.

Homens e mulheres com mais de 40 anos devem consultar um cardiologista para uma avaliação preventiva.

A prevenção é sempre o melhor “remédio”!

 

Equipe Cardiologia

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